Para "salvar" PSDB, Aécio mantém aliança com PSB

Presidenciável pelo PSDB disse que manterá o acordo firmado com o PSB em Pernambuco, apoiando a candidatura do socialista Paulo Câmara, a despeito da quebra de compromisso feita pelo PSB ao lançar candidato próprio em Minas; “Da minha parte, eu não tenho qualquer motivo para mudar os meus compromissos. A minha palavra foi dada e se essa for a vontade, e me parece que é, majoritária dos companheiros do PSDB, nós manteremos esse entendimento”, disse Aécio Neves; caso lançasse candidatura própria em Pernambuco, o PSDB correria o risco de praticamente sumir em nível estadual, tendo que abrir mão dos seus maiores quadros nas eleições proporcionais

Presidenciável pelo PSDB disse que manterá o acordo firmado com o PSB em Pernambuco, apoiando a candidatura do socialista Paulo Câmara, a despeito da quebra de compromisso feita pelo PSB ao lançar candidato próprio em Minas; “Da minha parte, eu não tenho qualquer motivo para mudar os meus compromissos. A minha palavra foi dada e se essa for a vontade, e me parece que é, majoritária dos companheiros do PSDB, nós manteremos esse entendimento”, disse Aécio Neves; caso lançasse candidatura própria em Pernambuco, o PSDB correria o risco de praticamente sumir em nível estadual, tendo que abrir mão dos seus maiores quadros nas eleições proporcionais
Presidenciável pelo PSDB disse que manterá o acordo firmado com o PSB em Pernambuco, apoiando a candidatura do socialista Paulo Câmara, a despeito da quebra de compromisso feita pelo PSB ao lançar candidato próprio em Minas; “Da minha parte, eu não tenho qualquer motivo para mudar os meus compromissos. A minha palavra foi dada e se essa for a vontade, e me parece que é, majoritária dos companheiros do PSDB, nós manteremos esse entendimento”, disse Aécio Neves; caso lançasse candidatura própria em Pernambuco, o PSDB correria o risco de praticamente sumir em nível estadual, tendo que abrir mão dos seus maiores quadros nas eleições proporcionais (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O senador e presidenciável pelo PSDB, Aécio Neves (MG), disse que a legenda tucana manterá o acordo firmado com o PSB em Pernambuco, apoiando a candidatura do socialista Paulo Câmara, a despeito da quebra de compromisso feita pelo PSB, que irá lançar candidatura própria em Minas. “Da minha parte, eu não tenho qualquer motivo para mudar os meus compromissos. A minha palavra foi dada e se essa for a vontade, e me parece que é, majoritária dos companheiros do PSDB, nós manteremos esse entendimento”, disse Aécio Neves, nesta segunda-feira (9), em entrevista à Rádio Jornal.

Aécio, que deveria viajar ao Recife nesta segunda-feira para encontrar-se com correligionários e para receber o título de Cidadão Recifense, cancelou a vagem em função do nascimento dos filhos, no último sábado. Dentre os assuntos que Aécio discutiria no encontro com os tucanos pernambucanos estava a situação do apoio a Paulo Câmara após o imbróglio mineiro.

Caso optasse por lançar uma candidatura própria em Pernambuco, o PSDB correria o risco de praticamente sumir em nível estadual, tendo que abrir mão dos seus maiores quadros nas eleições proporcionais. Hoje, o PSDB possui o deputado federal Bruno Araújo e o deputado estadual Daniel Coelho, ambos cotados para encabeçar uma eventual chapa tucana. O terceiro nome do PSDB, deputado estadual Betinho Gomes, deverá sair candidato à Câmara Federal. “Eu jamais sacrificaria companheiros meus do partido em razão de uma eventual candidatura presidencial que eu possa ter”, afirmou Aécio.

Apesar de assegurar que irá manter a aliança com o PSB em Pernambuco, Aécio não perdeu a oportunidade de fustigar o presidenciável socialista Eduardo Campos. “Eu tenho ouvido aí algumas críticas do Eduardo. Da minha parte, não mudou nada. As pesquisas eleitorais e a candidatura presidencial não alteram os meus valores, nem a minha amizade”, disse o tucano.

“Tenho muito orgulho de ver que Eduardo, inclusive em Pernambuco, se inspirou em algumas de nossas medidas em Minas Gerais e até aprimorou várias delas”, complementou. “Sempre, no Congresso Nacional, eu estimulei pessoalmente e aos seus companheiros para que ele pudesse ser candidato. E o meu objetivo, hoje, vai muito além do que tratar de questões pessoais”, disparou. Aécio também voltou a criticar o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) ao dizer que “mais quatro anos deste governo do PT será dramático para o Brasil”.

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