Para Souto, antecipar roaylties 'é um descalabro'

Ex-governador que tenta voltar para o Palácio de Ondina critica veementemente a aprovação da antecipação de receita dos royalties dos próximos cinco anos pela maioria governista na Assembleia Legislativa; "O governo atual não se conforma apenas em destruir, no presente, as finanças estaduais, e agora saca contra o futuro, através da antecipação, no último ano do mandato, da receita de royalties dos próximos cinco anos. É um descalabro!", disse o democrata no Facebook

Ex-governador que tenta voltar para o Palácio de Ondina critica veementemente a aprovação da antecipação de receita dos royalties dos próximos cinco anos pela maioria governista na Assembleia Legislativa; "O governo atual não se conforma apenas em destruir, no presente, as finanças estaduais, e agora saca contra o futuro, através da antecipação, no último ano do mandato, da receita de royalties dos próximos cinco anos. É um descalabro!", disse o democrata no Facebook
Ex-governador que tenta voltar para o Palácio de Ondina critica veementemente a aprovação da antecipação de receita dos royalties dos próximos cinco anos pela maioria governista na Assembleia Legislativa; "O governo atual não se conforma apenas em destruir, no presente, as finanças estaduais, e agora saca contra o futuro, através da antecipação, no último ano do mandato, da receita de royalties dos próximos cinco anos. É um descalabro!", disse o democrata no Facebook (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O pré-candidato ao governo da Bahia pelo DEM, Paulo Souto, critica veementemente a aprovação da antecipação de receita dos royalties dos próximos cinco anos pela maioria governista na Assembleia Legislativa.

"O governo atual não se conforma apenas em destruir, no presente, as finanças estaduais, e agora saca contra o futuro, através da antecipação, no último ano do mandato, da receita de royalties dos próximos cinco anos. É um descalabro!", disse o democrata em sua fanpage no Facebook.

Para o ex-governador, no entanto, resta a esperança de que o assunto está sob apreciação judicial e ainda não se tornou fato consumado, com prejuízos irreparáveis. Expectativa de Paulo Souto é de que a Justiça impeça a assinatura dos contratos.

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