Paulo ataca Cunha e propõe pacto a favor de Dilma

Prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), afirmou nesta quinta-feira que, em parceria com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinará documento em favor da estabilidade do Brasil; petista explicou que conversará com outros prefeitos para juntos lutarem contra o que ele chamou de “golpe” contra o País; Paulo Garcia atacou as manobras de Eduardo Cunha para atrasar o andamento do processo no Conselho de Ética; "Um homem não pode patrocinar estes atos terríveis, mudar as regras e as leis para a defesa pessoal e para que não seja investigado. E corrupto não pode posar de sério e de honesto no País”

Bras�lia - A presidenta Dilma Rousseff recebe o prefeito reeleito de Goi�nia, Paulo Garcia, no Pal�cio do Planalto
Bras�lia - A presidenta Dilma Rousseff recebe o prefeito reeleito de Goi�nia, Paulo Garcia, no Pal�cio do Planalto (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), afirmou nesta quinta-feira que, em parceria com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinará documento em favor da estabilidade do Brasil. O petista explicou que conversará com outros prefeitos para juntos lutarem contra o que ele chamou de “golpe” contra o País.

“Ontem, assisti a atos vergonhosos no Congresso Nacional que estão desestabilizando a democracia e mudando as regras do jogo”, disse o prefeito com relação à manobra do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), em adiar, pela sexta vez no Conselho de Ética, a votação de parecer relacionado à admissibilidade do processo que tramita contra ele no colegiado.

Paulo Garcia classificou a atitude como “vergonhosa”. “Um homem não pode patrocinar estes atos terríveis, mudar as regras e as leis para a defesa pessoal e para que não seja investigado. Devemos investigar todo mundo. Eu não sou favorável a nada de ilícito, nunca fui conivente com corrupção. E corrupto não pode posar de sério e de honesto no país”.

Sobre Dilma Rousseff ser alvo constante de políticos da oposição que defendem o seu afastamento do cargo, o prefeito Paulo Garcia disse que a presidente não cometeu “nenhum ato criminoso que justifique tirá-la do poder”. “Isto é golpe. Mas ontem recebi um telefonema do Eduardo Paes, que é um amigo pessoal, e juntos vamos dialogar com outros prefeitos das capitais e assinaremos um documento em defesa da democracia”, ressaltou. 

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