Pimentel apoia Eunício e assume a 1ª secretaria da mesa do Senado

Após a eleição do presidente, o Senado realizou, também em votação secreta, a escolha da nova mesa diretora. O nome do senador petista José Pimentel foi confirmado na 1ª secretaria; ontem à noite, em reunião que terminou no início da madrugada, o PT liberou a bancada e Pimentel era apontado como um dos apoiadores de Eunício; com a forte repercussão negativa sobre a decisão do apoio ao senador golpista, Pimentel divulgou uma carta, no início da noite de hoje justificando sua posição e pedindo um voto de confiança aos militantes petistas

Após a eleição do presidente, o Senado realizou, também em votação secreta, a escolha da nova mesa diretora. O nome do senador petista José Pimentel foi confirmado na 1ª secretaria; ontem à noite, em reunião que terminou no início da madrugada, o PT liberou a bancada e Pimentel era apontado como um dos apoiadores de Eunício; com a forte repercussão negativa sobre a decisão do apoio ao senador golpista, Pimentel divulgou uma carta, no início da noite de hoje justificando sua posição e pedindo um voto de confiança aos militantes petistas
Após a eleição do presidente, o Senado realizou, também em votação secreta, a escolha da nova mesa diretora. O nome do senador petista José Pimentel foi confirmado na 1ª secretaria; ontem à noite, em reunião que terminou no início da madrugada, o PT liberou a bancada e Pimentel era apontado como um dos apoiadores de Eunício; com a forte repercussão negativa sobre a decisão do apoio ao senador golpista, Pimentel divulgou uma carta, no início da noite de hoje justificando sua posição e pedindo um voto de confiança aos militantes petistas (Foto: Fatima 247)

Após a eleição do presidente, o Senado realizou, também em votação secreta, a escolha da nova mesa diretora, em sessão já presidida por Eunício Oliveira. Uma única chapa foi apresentada, elegendo Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) como 1º vice-presidente e João Alberto Souza (PMDB-MA),  2º vice-presidente. Para a 1ª secretaria, foi indicado o senador cearense José Pimentel (PT-CE). A 2ª secretaria será de Gladson Cameli (PP-AC). O terceiro e quarto secretários serão, respectivamente, Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) e Zezé Perrela (PMDB-MG). Para as suplências da Mesa foram indicados, na ordem: Eduardo Amorim (PSDB-SE), Sérgio Petecão (PSD-AC), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Cidinho Santos (PR-MT).

Ontem à noite, em reunião que terminou no início da madrugada, o PT liberou a bancada. Do total de 10 senadores do partido, quatro deveriam apoiar a eleição de Eunício.

Com a forte repercussão negativa sobre a decisão de apoiar a eleição de Eunício Oliveira, o senador Pimentel divulgou uma carta, no início da noite, justificando sua posição. "Enfrentar as reformas da Previdência, trabalhista e do ensino médio e as tentativas de entregar o patrimônio dos brasileiros ao capital privado. São essas as tarefas da Bancada do Partido dos Trabalhadores em 2017 e é em torno delas que devem se concentrar as energias dos 10 senadores do partido. “Precisamos ocupar todos os espaços políticos para ampliar a nossa capacidade de luta nas questões sociais e democráticas”.

Na carta, o senador pede um voto de confiança aos militantes petistas. “Peço um voto de confiança aos movimentos sociais e a todos os militantes do PT e do campo progressista. Ainda temos muita batalha pela frente e quanto mais unidos estivermos mais chances de vitória”.

Veja a carta do senador:

Resistência nas ruas e nos espaços institucionais (Carta aos movimentos sociais e ao campo progressista)

Companheiros e companheiras,

Recebi da bancada do Partido dos Trabalhadores a missão de compor a mesa diretora do Senado Federal, como primeiro secretário, com base na proporcionalidade partidária, definida pelos eleitores nas urnas. Após uma avaliação profunda sobre qual seria a melhor tática de oposição, a bancada decidiu, quase por unanimidade e em sintonia com a Resolução do PT (20/1/2017), valorizar as mobilizações sociais e, também, garantir maior resistência nos espaços de poder institucionais do Senado.
Não aceitaria essa indicação se não acreditasse na sua importância para aumentar a nossa capacidade de enfrentamento em relação às pautas que se originam desse governo ilegítimo do presidente Michel Temer. Dentre elas, destaco as reformas da Previdência, trabalhista, do ensino médio e demais projetos entreguistas gestados pelo governo.
Negar o princípio da proporcionalidade na composição do Senado seria abrir mão também dos espaços de poder nas comissões temáticas. Esses espaços de poder foram conquistados nas urnas, nas eleições de 2010 a 2014. E são fundamentais para o desempenho combativo no legislativo.
Se não entendemos que o parlamento deve ser um local de resistência, precisamos ocupar todos os espaços políticos para ampliar a nossa capacidade de luta nas questões sociais e democráticas.
Por isso, peço um voto de confiança aos movimentos sociais e a todos os militantes do PT e do campo progressista. Ainda temos muita batalha pela frente e quanto mais unidos estivermos mais chances de vitória.
Estou à disposição de todos e todas!

 

 

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