PMDB baiano já discute expulsão de Geddel

Os caciques do PMDB na Bahia já discutem a possibilidade de expulsar o ex-ministro Geddel Vieira Lima do partido; ele já está afastado da presidência há dois meses, quando foi preso pela primeira vez, e pressionado, está prestes a anunciar seu afastamento total da legenda (como filiado); o motivo é óbvio: o PMDB já tem ameaçada sua outrora assegurada presença na chapa do prefeito ACM Neto (DEM), que será candidato ao governo da Bahia em 2018; nos bastidores, até o vice de ACM, Bruno Reis (afilhado político dos Vieira Lima), já não esconde sua insatisfação com a permanência do ex-ministro; para piorar a situação de Geddel, o movimento já ganha corpo no diretório nacional do PMDB

Os caciques do PMDB na Bahia já discutem a possibilidade de expulsar o ex-ministro Geddel Vieira Lima do partido; ele já está afastado da presidência há dois meses, quando foi preso pela primeira vez, e pressionado, está prestes a anunciar seu afastamento total da legenda (como filiado); o motivo é óbvio: o PMDB já tem ameaçada sua outrora assegurada presença na chapa do prefeito ACM Neto (DEM), que será candidato ao governo da Bahia em 2018; nos bastidores, até o vice de ACM, Bruno Reis (afilhado político dos Vieira Lima), já não esconde sua insatisfação com a permanência do ex-ministro; para piorar a situação de Geddel, o movimento já ganha corpo no diretório nacional do PMDB
Os caciques do PMDB na Bahia já discutem a possibilidade de expulsar o ex-ministro Geddel Vieira Lima do partido; ele já está afastado da presidência há dois meses, quando foi preso pela primeira vez, e pressionado, está prestes a anunciar seu afastamento total da legenda (como filiado); o motivo é óbvio: o PMDB já tem ameaçada sua outrora assegurada presença na chapa do prefeito ACM Neto (DEM), que será candidato ao governo da Bahia em 2018; nos bastidores, até o vice de ACM, Bruno Reis (afilhado político dos Vieira Lima), já não esconde sua insatisfação com a permanência do ex-ministro; para piorar a situação de Geddel, o movimento já ganha corpo no diretório nacional do PMDB (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Embora neguem em público, os caciques do PMDB na Bahia já discutem a possibilidade de expulsar o ex-ministro Geddel Vieira Lima do partido. Ele já está afastado da presidência há dois meses, quando foi preso pela primeira vez, e pressionado, está prestes a anunciar seu afastamento total da legenda (como filiado).

O motivo é óbvio: o PMDB já tem ameaçada sua outrora assegurada presença na chapa do prefeito ACM Neto (DEM), que será candidato ao governo da Bahia em 2018. Nos bastidores, até o vice de ACM, Bruno Reis, do PMDB, já não esconde sua insatisfação com a permanência do ex-ministro.

Se ACM Neto for mesmo candidato, o PMDB herdará a prefeitura da terceira maior capital do Brasil para a metade do atual mandato do prefeito. Os peemedebistas têm pretensão de indicar o vice de ACM também para o governo do Estado ou garantir pelo menos uma vaga para disputar o Senado na chapa do Democratas.

Nos bastidores da Assembleia Legislativa da Bahia, é uníssono a preocupação dos peemedebistas com os rumos do partido por causa de Geddel. Presidente interino da partido há dois meses, o deputado estadual Pedro Tavares não defende em público a expulsão do ex-ministro, mas demonstra total apatia. "O PMDB é maior do que as pessoas".

O Bahia 247 apurou que a expulsão de Geddel será 'inevitável' se ele for condenado - o que é mais provável agora, após a Polícia Federal encontrar R$ 51 milhões armazenados num apartamento emprestado ao ex-ministro em Salvador. Mas já há quem defenda que os líderes do PMDB baiano não devem 'pagar para ver'.

Quem ainda resiste com afinco à iminente expulsão de Geddel do PMDB é seu irmão Lúcio Vieira Lima, único deputado federal do partido eleito pela Bahia. A defesa se dá por motivos óbvios. O diretório estadual da legenda se reuniu na noite de ontem (12), e deve fazer mais uma rodada de conversas amanhã (14) ou sexta-feira (15).

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