Polícia frustra tentativa de fraude em concurso

Conforme o secretário de Segurança Pública, Eliú Jurubeba, afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 2, o agente de polícia civil Leonício de Sousa da Silva, que fez prova do concurso público da Polícia Cívil para escrivão, já estava sendo monitorado antes do início da prova e tentaria sair rápido da sala a fim de repassar as respostas para outros dez candidatos; logo que terminou a prova, ele foi abordado por policiais e confessou, em depoimento, que inicialmente tinha a intenção de vender as respostas por valores entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para cada pessoa; ele foi interrogado e liberado; como é policial civil, está afastado de suas funções até a conclusão das investigações

Conforme o secretário de Segurança Pública, Eliú Jurubeba, afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 2, o agente de polícia civil Leonício de Sousa da Silva, que fez prova do concurso público da Polícia Cívil para escrivão, já estava sendo monitorado antes do início da prova e tentaria sair rápido da sala a fim de repassar as respostas para outros dez candidatos; logo que terminou a prova, ele foi abordado por policiais e confessou, em depoimento, que inicialmente tinha a intenção de vender as respostas por valores entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para cada pessoa; ele foi interrogado e liberado; como é policial civil, está afastado de suas funções até a conclusão das investigações
Conforme o secretário de Segurança Pública, Eliú Jurubeba, afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 2, o agente de polícia civil Leonício de Sousa da Silva, que fez prova do concurso público da Polícia Cívil para escrivão, já estava sendo monitorado antes do início da prova e tentaria sair rápido da sala a fim de repassar as respostas para outros dez candidatos; logo que terminou a prova, ele foi abordado por policiais e confessou, em depoimento, que inicialmente tinha a intenção de vender as respostas por valores entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para cada pessoa; ele foi interrogado e liberado; como é policial civil, está afastado de suas funções até a conclusão das investigações (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - Trabalho de inteligência realizado pela Polícia Civil desmantelou uma tentativa de fraude não consumada nas provas do concurso público que foi realizado neste domingo, 1º de junho, da primeira etapa do certame para os cargos de Agente de Polícia, Escrivão de Polícia, Papiloscopista e Agente de Necrotomia.

Conforme o secretário de Segurança Pública, Eliú Jurubeba, afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 2, o suspeito, Leonício de Sousa da Silva, que fez prova para escrivão, tentaria sair rápido da sala a fim de repassar as respostas para outros dez candidatos. No entanto, a Polícia Federal, a pedido da organização do concurso, reforçou a fiscalização no momento da prova, impedido qualquer apontamento irregular. Logo que terminou a prova, o próprio acusado confessou, em depoimento, que inicialmente tinha a intenção de vender as respostas por valores entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para cada pessoa.

A Polícia chegou até ele após uma denúncia anônima. O suspeito foi conduzido à Corregedoria da Polícia Civil, onde prestou depoimento, sendo instaurado o competente inquérito policial, bem como foram tomadas todas as providências cabíveis para o esclarecimento dos fatos. A tentativa de fraude ocorreu na aplicação das provas na Faculdade Católica do Tocantins em Palmas.

Participaram da entrevista coletiva o secretário-executivo da SSP, delegado Deusiano Pereira, o corregedor Geral da Polícia Civil, José Evando de Amorim e o corregedor, Márcio Girotto Vilela, secretário da Administração, Lúcio Mascarenhas, o comandante da Polícia Militar, coronel Luis Cláudio Benício, e o coordenador da Fundação Aroeira, Ronaldo Pinheiro.

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