Polícia prende guarda civil suspeito de chacina na Grande SP

A polícia prendeu um guarda civil metropolitano de Santo André, na Grande São Paulo, suspeito de envolvimento na chacina de cinco jovens no último dia 21 de outubro; o guarda confessou que ter criado perfis falsos, fingindo ser garotas nas redes sociais, para atrair os jovens para uma festa; ele negou, porém, ter matado o grupo; Justiça decretou a prisão temporária do suspeito

Chacina de jovens na grande São Paulo
Chacina de jovens na grande São Paulo (Foto: Giuliana Miranda)

SP 247 - A polícia prendeu um guarda civil metropolitano de Santo André, na Grande São Paulo, suspeito de envolvimento na chacina de cinco jovens no último dia 21 de outubro. O guarda confessou que ter criado perfis falsos, fingindo ser garotas nas redes sociais, para atrair os jovens para uma festa. Ele negou, porém, ter matado o grupo. A justiça decretou a prisão temporária do suspeito. As informações são do G1 e de O Globo

"A polícia tenta agora identificar outros dois guardas municipais que estariam envolvido na chacina.

A informação da prisão do guarda municipal também foi confirmada pelo advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe).

"O importante é que as investigações estão avançando e já temos uma primeira resposta à sociedade e às famílias", disse Alves.

O Instituto Médico Médico Legal (IML) identificou o corpo de mais um jovem que foi encontrado morto com outros quatro rapazes em Mogi das Cruzes. Jonatan Moreira foi identificado pela arcada dentária. Ele tinha ficha no setor de odontologia da Fundação Casa.

Jonatan estava com outros 4 jovens a caminho de uma festa quando desapareceu no dia 21 de outubro, no Jardim Rodolfo Pirani, Zona Leste. Ele enviou uma mensagem para uma amiga dizendo que estavam sendo abordados. Os corpos foram encontrados, enterrados, na área rural de Mogi, no último domingo (6).

Agora só falta confirmar se o quinto corpo é de Jones Ferreira Januário, que dirigia o carro onde eles estavam quando desapareceram.

Os laudos da necropsia dos corpos já reconhecidos e liberados devem ser encaminhados para polícia civil dentro de no máximo 30 dias, com informações sobre as causas das mortes, dia e horários aproximados."

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