PPS não apoiará candidata do PSB na Bahia

Apesar do já declarado apoio ao presidenciável Eduardo Campos, o PPS não deve apoiar candidatura da senadora Lídice da Mata ao governo da Bahia; partido lidera a base do prefeito ACM Neto na Câmara Municipal e apoiará chapa da aliança DEM-PSDB-PMDB na disputa pela sucessão de Jaques Wagner; embora não declare desde já que não apoiará Lídice, o presidente do PPS na Bahia, vereador Joceval Rodrigues (líder da bancada de ACM), afirma que "tudo dependerá das articulações da chapa proporcional"

Apesar do já declarado apoio ao presidenciável Eduardo Campos, o PPS não deve apoiar candidatura da senadora Lídice da Mata ao governo da Bahia; partido lidera a base do prefeito ACM Neto na Câmara Municipal e apoiará chapa da aliança DEM-PSDB-PMDB na disputa pela sucessão de Jaques Wagner; embora não declare desde já que não apoiará Lídice, o presidente do PPS na Bahia, vereador Joceval Rodrigues (líder da bancada de ACM), afirma que "tudo dependerá das articulações da chapa proporcional"
Apesar do já declarado apoio ao presidenciável Eduardo Campos, o PPS não deve apoiar candidatura da senadora Lídice da Mata ao governo da Bahia; partido lidera a base do prefeito ACM Neto na Câmara Municipal e apoiará chapa da aliança DEM-PSDB-PMDB na disputa pela sucessão de Jaques Wagner; embora não declare desde já que não apoiará Lídice, o presidente do PPS na Bahia, vereador Joceval Rodrigues (líder da bancada de ACM), afirma que "tudo dependerá das articulações da chapa proporcional" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Apesar do já declarado apoio ao governador de Pernambuco e pré-candidato a presidente da República, Eduardo Campos, o PPS não deve apoiar candidatura da senadora Lídice da Mata ao governo da Bahia. O partido lidera a base do prefeito ACM Neto (DEM) na Câmara Municipal e apoiará chapa da aliança DEM-PSDB-PMDB na disputa pela sucessão de Jaques Wagner.

Embora não declare desde já que não apoiará Lídice, o presidente do PPS na Bahia, vereador Joceval Rodrigues (líder da bancada de ACM), afirma que "tudo dependerá das articulações da chapa proporcional".

Ele disse em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia que o PPS consultou todos os seus filiados antes de tomar a postura de apoiar Eduardo Campos e Marina Silva e que o diretório nacional autorizou que sejam conservadas as relações entre PSB e PPS onde já existe "afinidade", mas nos locais onde ainda não existe parceria, "novos planos poderiam ser adotados" e por não ter candidato ao executivo, o partido definiu o Legislativo como prioridade na Bahia.

"Somos democráticos. Nossa executiva, antes de deliberar ações, consulta seus filiados e eles decidiram essa postura nacional. Aqui é diferente. Temos autonomia de escolher o melhor para articulação local do partido. Minha meta é apoiar um candidato na majoritária, quem nos apresentar melhor proposta para a proporcional. Como não temos candidato a governador, destacamos nossa eleição para deputados estaduais e federais".

O PPS baiano compõe grupo de, além dele, mais oito partidos 'nanicos' que fazem oposição ao governo do PT. São eles PSDC, PRP, PMN, PTdoB, PPL, PEN, PTC, PRTB e o PPS.

"Essa frente deverá marchar unida e já foi procurada por todos os grupos, mas estamos à espera de novas resoluções. Estamos abertos às conversas, mas, como já disse, nosso foco é outro. Quem atender nossas demandas ajudaremos no processo também. O foco do PPS é se reestruturar".

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