Preço do golpe: AL fecha mais de 9 mil empregos formais

O mercado de trabalho alagoano perdeu 9.335 postos com carteira assinada em março; dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho apontam que foram registradas 5.955 admissões e 15.290 desligamentos no período; setor da indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico teve a maior redução; ou seja, a promessa do grupo de Michel Temer de que a derrubada de Dilma resolveria o problema da economia era mentira

O mercado de trabalho alagoano perdeu 9.335 postos com carteira assinada em março; dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho apontam que foram registradas 5.955 admissões e 15.290 desligamentos no período; setor da indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico teve a maior redução; ou seja, a promessa do grupo de Michel Temer de que a derrubada de Dilma resolveria o problema da economia era mentira
O mercado de trabalho alagoano perdeu 9.335 postos com carteira assinada em março; dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho apontam que foram registradas 5.955 admissões e 15.290 desligamentos no período; setor da indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico teve a maior redução; ou seja, a promessa do grupo de Michel Temer de que a derrubada de Dilma resolveria o problema da economia era mentira (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O mercado de trabalho alagoano perdeu 9.335 postos com carteira assinada em março. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (20) pelo Ministério do Trabalho apontam que foram registradas 5.955 admissões e 15.290 desligamentos no período.

De acordo com os dados, em Maceió as demissões superaram as admissões em 1.406 vagas de trabalho. O cenário também é ruim para as cidades de São Luis do Quitunde, que perdeu 1.854 vagas de trabalho, Campo Alegre, com a redução de 1.555 postos, e São Miguel dos Campos, com 1.124 vagas a menos. 

O Caged divulgou ainda que o setor da indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico teve a maior redução no número de vagas de trabalho, com 7.485 desligamentos. O segundo maior recuo foi no setor de serviços, com o fechamento de 649 postos de trabalho. Houve recuo ainda no setor comércio, que registrou 413 vagas fechadas, com 2.152 demissões. 

No Brasil

O país perdeu 63.624 vagas de trabalho com carteira assinada no mês de março. Foram registradas 1.251.332 admissões e de 1.324.956 demissões em março. No acumulado do primeiro trimestre de 2017, o país registrou o fechamento de 64.378 postos de trabalho.

Com gazetaweb.com

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