Prefeito elogiado pela mulher deputada no dia do impeachment está foragido da polícia

O prefeito afastado de Montes Claros Ruy Muniz (PSB) virou foragido da Justiça, que decretou sua prisão na Operação Tolerância Zero, deflagrada nesta quinta (15); ele foi elogiado pela mulher, a deputada Raquel Muniz (PSD/MG), na sessão da Câmara que votou pela aprovação do processo de impeachment de Dilma Rousseff em abril passado; Ruy Muniz foi alvo de mais um mandado de prisão, o segundo somente neste ano

O prefeito afastado de Montes Claros Ruy Muniz (PSB) virou foragido da Justiça, que decretou sua prisão na Operação Tolerância Zero, deflagrada nesta quinta (15); ele foi elogiado pela mulher, a deputada Raquel Muniz (PSD/MG), na sessão da Câmara que votou pela aprovação do processo de impeachment de Dilma Rousseff em abril passado; Ruy Muniz foi alvo de mais um mandado de prisão, o segundo somente neste ano
O prefeito afastado de Montes Claros Ruy Muniz (PSB) virou foragido da Justiça, que decretou sua prisão na Operação Tolerância Zero, deflagrada nesta quinta (15); ele foi elogiado pela mulher, a deputada Raquel Muniz (PSD/MG), na sessão da Câmara que votou pela aprovação do processo de impeachment de Dilma Rousseff em abril passado; Ruy Muniz foi alvo de mais um mandado de prisão, o segundo somente neste ano (Foto: Valter Lima)
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247 - O prefeito afastado de Montes Claros Ruy Muniz (PSB) virou foragido da Justiça, que decretou sua prisão na Operação Tolerância Zero, deflagrada nesta quinta-feira (15). Ele foi elogiado pela mulher, a deputada Raquel Muniz (PSD/MG), na sessão da Câmara que votou pela aprovação do processo de impeachment de Dilma Rousseff em abril passado. Ruy Muniz foi alvo de mais um mandado de prisão, o segundo somente neste ano. Desta vez, porém, os policiais não o encontraram e ele está foragido.

Esta já é a terceira investigação contra Ruy Muniz, que somente em 2016 já foi alvo de duas operações da Polícia Federal, uma por suspeita de beneficiar hospitais privados ligados a ele e outra por suspeita de participar, junto com a mulher, de participar grupo que teria praticado fraudes tributárias e previdenciárias, estelionatos qualificados, desvio de recursos de entidades beneficentes de assistência social sem fins lucrativos e de verbas públicas federais.

 

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