Prefeitura inicia obras emergenciais na 13 de Julho

Mas não desiste da intervenção faraônica dos sonhos do prefeito João Alves Filho (DEM); ele deseja aterrar o rio em 40 metros para construir novo calçadão; decisão judicial deu prazo de 30 dias para obras emergenciais; prazo acaba neste domingo; para realizar obra maior, prefeitura precisa de estudos de impacto ambiental

Mas não desiste da intervenção faraônica dos sonhos do prefeito João Alves Filho (DEM); ele deseja aterrar o rio em 40 metros para construir novo calçadão; decisão judicial deu prazo de 30 dias para obras emergenciais; prazo acaba neste domingo; para realizar obra maior, prefeitura precisa de estudos de impacto ambiental
Mas não desiste da intervenção faraônica dos sonhos do prefeito João Alves Filho (DEM); ele deseja aterrar o rio em 40 metros para construir novo calçadão; decisão judicial deu prazo de 30 dias para obras emergenciais; prazo acaba neste domingo; para realizar obra maior, prefeitura precisa de estudos de impacto ambiental (Foto: Valter Lima)
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247, com informações do Correio de Sergipe - Neste domingo, 18, termina o prazo de 30 dias dado pela juíza Simone Oliveira Fraga, para início das obras emergenciais do trecho interditado da avenida Beira Mar. Funcionários da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) já estão desde sexta-feira (16) realizando os primeiros reparos. A ação determina adequações na mureta, calçada e via. A prefeitura, no entanto, não desiste da obra faraônica, de aterramento do rio em 40 metros. Para tanto, já recorreu à Justiça para ter o direito de fazê-la, mesmo sem os laudos de impacto ambiental necessários.

A obra que a prefeitura deseja realizar envolve a reurbanização da área (aterramento do rio, para construção de um calçadão, e colocação de espigões - muros de concreto). Como é preciso estudos ambientais para averiguar como a intervenção irá interferir na natureza, a alternativa proposta pelo poder público é iniciar a obra ao mesmo tempo em que prepara o laudo de impacto. Algo, no mínimo, esquisito, já que se os estudos apontarem para inviabilidade da obra, ela será paralisada na metade?

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