Presidente Prudente perdeu 10 mil aulas no primeiro semestre

Os alunos das escolas estaduais da região de Presidente Prudente, no interior paulista, tiveram mais de 10 mil aulas vagas entre fevereiro e junho deste ano. O dado, obtido por um levantamento preliminar da Apeoesp, preocupa pais, alunos e professores; pesquisa divulgada há duas semanas pelo sindicato mostra que 74% da população em geral, 63% dos pais, 60% dos estudantes e 73% dos professores consideram que a qualidade da educação nas escolas públicas de São Paulo piorou nos últimos anos

Os alunos das escolas estaduais da região de Presidente Prudente, no interior paulista, tiveram mais de 10 mil aulas vagas entre fevereiro e junho deste ano. O dado, obtido por um levantamento preliminar da Apeoesp, preocupa pais, alunos e professores; pesquisa divulgada há duas semanas pelo sindicato mostra que 74% da população em geral, 63% dos pais, 60% dos estudantes e 73% dos professores consideram que a qualidade da educação nas escolas públicas de São Paulo piorou nos últimos anos
Os alunos das escolas estaduais da região de Presidente Prudente, no interior paulista, tiveram mais de 10 mil aulas vagas entre fevereiro e junho deste ano. O dado, obtido por um levantamento preliminar da Apeoesp, preocupa pais, alunos e professores; pesquisa divulgada há duas semanas pelo sindicato mostra que 74% da população em geral, 63% dos pais, 60% dos estudantes e 73% dos professores consideram que a qualidade da educação nas escolas públicas de São Paulo piorou nos últimos anos (Foto: Aquiles Lins)

Rede Brasil Atual - Os alunos das escolas estaduais da região de Presidente Prudente, no interior paulista, tiveram mais de 10 mil aulas vagas entre fevereiro e junho deste ano. O dado, obtido por um levantamento preliminar do Sindicato dos Professores no Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), preocupa pais, alunos e professores.

Pesquisa divulgada há duas semanas pelo sindicato mostra que 74% da população em geral, 63% dos pais, 60% dos estudantes e 73% dos professores consideram que a qualidade da educação nas escolas públicas de São Paulo piorou nos últimos anos. E para eles, o número elevado de aulas vagas, não ministradas por falta de professores, está entre os aspectos que afetam a qualidade do aprendizado.

Para isso, as 93 subsedes da Apeoesp espalhadas pelo estado deram início a um levantamento junto às diretorias de ensino. "O objetivo é comprovar que faltam professores e que os direitos de aprendizagem dos estudantes não estão sendo respeitados pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB)", disse a presidenta da Apeoesp, Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel.

O sindicato vai mapear também demandas por vagas por parte de pais e de potenciais estudantes, como jovens e adultos, que estão fora da escola devido à falta de oferta perto de casa ou do trabalho.

E estimular o cadastramento nas escolas. "Vamos entregar estas demandas nas diretorias de ensino para garantir o direito à educação à população e para que os professores possam ter aulas para atribuição no próximo ano", disse Bebel.

A Apeoesp criou espaço em sua página na internet para facilitar denúncias sobre fechamento de classes e de escolas. Acesse aqui.

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