PRF: BRs em AL têm 29 pontos de exploração

Mapeamento feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) revela que as BRs alagoanas têm 29 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes; entre os locais, oito estão na BR-316, oito na BR-423, seis na BR-101, cinco na BR-104 e dois na BR-110; a maioria, um total de 18 pontos, fica situada em zonas rurais

Mapeamento feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) revela que as BRs alagoanas têm 29 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes; entre os locais, oito estão na BR-316, oito na BR-423, seis na BR-101, cinco na BR-104 e dois na BR-110; a maioria, um total de 18 pontos, fica situada em zonas rurais
Mapeamento feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) revela que as BRs alagoanas têm 29 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes; entre os locais, oito estão na BR-316, oito na BR-423, seis na BR-101, cinco na BR-104 e dois na BR-110; a maioria, um total de 18 pontos, fica situada em zonas rurais (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) mapeou nas BRs de Alagoas um total de 29 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes. Os números foram apresentados nesta terça-feira (25), durante lançamento da 6ª edição do Projeto Mapear. 

Dos 29 pontos encontrados nas rodovias federais que cortam Alagoas entre os anos de 2013 e 2014, metade é considerado de baixo ou médio risco, seis são considerados de alto risco e oito são tidos como pontos críticos. Entre os locais, oito estão na BR-316, oito na BR-423, seis na BR-101, cinco na BR-104 e dois na BR-110. A maioria, um total de 18 pontos, fica situada em zonas rurais.

Os locais vulneráveis ficam situados nos municípios de Rio Largo, Satuba, União dos Palmares, Branquinha, Murici, São Miguel dos Campos, Jequiá da Praia, Junqueiro, Porto Real do Colégio, Palmeira dos Índios, Ouro Branco, Canapi, Inhapi, Água Branca e Delmiro Gouveia. A maioria dos pontos considerados críticos ou de alto risco está no Sertão do Estado.

De acordo com o levantamento, pontos vulneráveis são ambientes ou estabelecimentos onde foram encontradas características que propiciam condições favoráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes, como falta de iluminação, presença de adultos se prostituindo, venda de bebidas alcoólicas sem restrições e pontos com histórico de tráfico ou consumo de drogas.

O Projeto Mapear, que vem sendo desenvolvido pela PRF há 12 anos, conta com a parceria da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Childhood Brasil, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e do Ministério Público do Trabalho (MPT). A listagem é lançada de dois em dois anos e tem o objetivo de criar a possibilidade de um trabalho intersetorial e articulado de prevenção desse tipo de violência, dando o atendimento e o encaminhamento correto às vítimas e agressores.

Com gazetaweb.com e assessoria

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