Professores aprovam greve por tempo indeterminado

A greve começa a partir do próximo dia 15 de acordo com o Cpers, sindicado da categoria, a mobilização está alinhada à paralisação nacional convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; entre as reivindicações da categoria, está o pagamento integral do 13º salário

A greve começa a partir do próximo dia 15 de acordo com o Cpers, sindicado da categoria, a mobilização está alinhada à paralisação nacional convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; entre as reivindicações da categoria, está o pagamento integral do 13º salário
A greve começa a partir do próximo dia 15 de acordo com o Cpers, sindicado da categoria, a mobilização está alinhada à paralisação nacional convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; entre as reivindicações da categoria, está o pagamento integral do 13º salário (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - Professores da rede estadual de ensino decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir do próximo dia 15. De acordo com o Cpers, sindicado da categoria, a mobilização está alinhada à paralisação nacional convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

Entre as reivindicações da categoria, estão reajuste salarial, cumprimento da lei do piso salarial nacional e o pagamento integral do 13º salário.

Os educadores também são contra as reformas da previdência, trabalhista e do ensino médio.

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação afirmou que "a medida é inoportuna, visto que o ano letivo de 2017 se iniciou nesta segunda-feira (6) e a greve afetará diretamente a comunidade escolar, especialmente os mais de 900 mil estudantes".

"O país enfrenta uma recessão econômica sem precedentes, o que impacta diretamente o Rio Grande do Sul, que atravessa a maior crise econômica de sua história. No entanto, o Governo do Estado pagou o completivo do piso do magistério referente ao período de 2015 a 2017, impactando R$ 200 milhões/ano nos cofres públicos. Isso para que nenhum professor tivesse remuneração inferior ao piso nacional",diz o texto.

Ainda segundo a nota, "nos últimos meses de 2016, o Governo do Estado fez outro esforço para pagar a alteração de nível dos professores, resultando no aumento de R$ 25 milhões/ano na folha de pagamento do funcionalismo". "A Secretaria da Educação confia que os nossos professores estaduais permanecerão em sala de aula, em respeito aos alunos e à comunidade escolar".

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