Professores da rede privada vão aderir a paralisação geral do dia 11

Professores da rede de ensino privado do Rio Grande do Sul decidiram em assembleia pela participação na paralisação geral do próximo dia 21, convocada pelas centrais sindicais para a próxima sexta-feira (11), em todo o país.; docentes são contra a PEC 241/55, que congela por 20 anos o orçamento da União, à MP 746, que reforma o ensino médio; às iniciativas legislativas e judiciais que autorizam a terceirização das atividades-fim e a proposta da reforma da previdência; assembleia também aprovou o apoio dos professores ao movimento de ocupação das escolas pelos estudantes gaúchos

Professores da rede de ensino privado do Rio Grande do Sul decidiram em assembleia pela participação na paralisação geral do próximo dia 21, convocada pelas centrais sindicais para a próxima sexta-feira (11), em todo o país.; docentes são contra a PEC 241/55, que congela por 20 anos o orçamento da União, à MP 746, que reforma o ensino médio; às iniciativas legislativas e judiciais que autorizam a terceirização das atividades-fim e a proposta da reforma da previdência; assembleia também aprovou o apoio dos professores ao movimento de ocupação das escolas pelos estudantes gaúchos
Professores da rede de ensino privado do Rio Grande do Sul decidiram em assembleia pela participação na paralisação geral do próximo dia 21, convocada pelas centrais sindicais para a próxima sexta-feira (11), em todo o país.; docentes são contra a PEC 241/55, que congela por 20 anos o orçamento da União, à MP 746, que reforma o ensino médio; às iniciativas legislativas e judiciais que autorizam a terceirização das atividades-fim e a proposta da reforma da previdência; assembleia também aprovou o apoio dos professores ao movimento de ocupação das escolas pelos estudantes gaúchos (Foto: Paulo Emílio)

Sul21Em assembleia geral extraordinária, realizada na tarde do último sábado (05), em Porto Alegre, os professores do ensino privado do Rio Grande do Sul decidiram pela participação na paralisação, convocada pelas centrais sindicais para a próxima sexta-feira (11), em todo o país.

No encontro, os professores manifestaram-se formalmente contra a PEC 241/55, que congela por 20 anos o orçamento da União, à MP 746, que reforma o ensino médio; às iniciativas legislativas e judiciais que autorizam a terceirização das atividades-fim e a proposta da reforma da previdência, que estabelece a idade mínima de 65 anos para aposentadoria. "A solução dos problemas econômicos e sociais do país não passa pelo aprofundamento das desigualdades e injustiças sociais", destacou o professor Marcos Fuhr, diretor do Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS). "As iniciativas do governo federal impactam profundamente no trabalho dos professores".

A assembleia também aprovou o apoio dos professores ao movimento de ocupação das escolas pelos estudantes do Rio Grande do Sul.

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