Professores de Palmas encerram greve

De acordo com o presidente regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintet) Fernando Pereira, a suspensão da greve não significa o fim do movimento; "Se o prefeito Carlos Amastha não dialogar, poderemos retornar a qualquer momento. Aqui decidimos uma suspensão, e não um encerramento", disse

De acordo com o presidente regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintet) Fernando Pereira, a suspensão da greve não significa o fim do movimento; "Se o prefeito Carlos Amastha não dialogar, poderemos retornar a qualquer momento. Aqui decidimos uma suspensão, e não um encerramento", disse
De acordo com o presidente regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintet) Fernando Pereira, a suspensão da greve não significa o fim do movimento; "Se o prefeito Carlos Amastha não dialogar, poderemos retornar a qualquer momento. Aqui decidimos uma suspensão, e não um encerramento", disse (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - Após 22 dias de paralisação, os professores da rede municipal de ensino de Palmas encerraram a greve nesta terça-feira (26). De acordo com o presidente regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintet) Fernando Pereira, a suspensão da greve não significa o fim do movimento.

"Se o prefeito Carlos Amastha não dialogar, poderemos retornar a qualquer momento. Aqui decidimos uma suspensão, e não um encerramento", disse.

A categoria reivindica o pagamento da data-base, progressões, retroativos, cumprimento do Plano de Carreira dos professores e eleições para a diretoria das escolas. 

Os professores estarão de volta às aulas nas escolas municipais nesta quinta-feira (28). Sete professores haviam começado a greve de fome também vão paralisar o protesto. Eles tomaram a iniciativa após várias decisões judiciais declararem a greve ilegal e a Prefeitura anunciar o corte de pontos dos grevistas.

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