Professores estaduais entrarão em greve

A paralisação será por tempo indeterminado na próxima segunda-feira (26); a categoria tem como principais reivindicações revisão do piso salarial, licença maternidade para as servidoras contratadas e manutenção dos planos de carreiras

A paralisação será por tempo indeterminado na próxima segunda-feira (26); a categoria tem como principais reivindicações revisão do piso salarial, licença maternidade para as servidoras contratadas e manutenção dos planos de carreiras
A paralisação será por tempo indeterminado na próxima segunda-feira (26); a categoria tem como principais reivindicações revisão do piso salarial, licença maternidade para as servidoras contratadas e manutenção dos planos de carreiras (Foto: Leonardo Lucena)
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RS247 – Os professores ligados ao Cpers/Sindicato entrarão em greve por tempo indeterminado na próxima segunda-feira (26). A decisão ocorre após a realização de uma assembleia. Cerca de 2,5 mil trabalhadores da área de educação participaram da reunião, na qual foi deflagrada a greve por unanimidade. A categoria tem como principais reivindicações revisão do piso salarial, licença maternidades para as servidoras contratadas e a manutenção dos planos de carreiras.

Antes de ocorrer a assembleia, o Governo do Estado publicou uma nota com a pretensão de se mostras aberto ao diálogo. Mas, de acordo com o Executivo estadual, a categoria não correspondeu.

Confira a nota:

"As declarações do CPERS de que o Governo do Estado não respondeu à pauta apresentada pelo sindicato não são verdadeiras. O documento entregue à direção do CPERS, no dia 15 de agosto de 2013, respondeu detalhadamente a cada um dos 27 itens apresentados.

Na reunião ocorrida no dia 19 de agosto, com o pedido de maior objetividade às respostas, o secretário de Estado da Educação, Jose Clovis de Azevedo, propôs outra audiência de negociação com a presença, inclusive, de secretários de outras pastas já que a pauta extrapola questões da educação.

Diante do silêncio da direção sindical para a continuidade das negociações, ficam em suspenso todos os avanços propostos como, por exemplo, as promoções de 2003-2012, o abono de faltas relativo a atividades sindicais entre 2008-2010 e a exclusão de servidores que atuam em escolas, no plano de carreira.

O Governo conclama os trabalhadores em educação para a manutenção do diálogo, instrumento capaz de garantir avanços à categoria".

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