Professores param pelo 2º dia; governo estuda revindicações

Governo do Estado se reuniu com representantes do Sintet nessa segunda-feira, 17, para discutir as reivindicações, entre elas a revisão do plano de cargos e salários dos professore, a implantação de processo eletivo para diretores nas escolas e a regularização dos repasses às escolas; no próximo dia 31 está marcada uma nova reunião entre governo sindicato; neste encontro devem ser discutidos, entre outros temas, as propostas relacionadas ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS); o secretário de Administração do Estado, Lúcio Mascarenhas, disse que a reivindicação pode ser atendida, o que será debatido na próxima reunião

Governo do Estado se reuniu com representantes do Sintet nessa segunda-feira, 17, para discutir as reivindicações, entre elas a revisão do plano de cargos e salários dos professore, a implantação de processo eletivo para diretores nas escolas e a regularização dos repasses às escolas; no próximo dia 31 está marcada uma nova reunião entre governo sindicato; neste encontro devem ser discutidos, entre outros temas, as propostas relacionadas ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS); o secretário de Administração do Estado, Lúcio Mascarenhas, disse que a reivindicação pode ser atendida, o que será debatido na próxima reunião
Governo do Estado se reuniu com representantes do Sintet nessa segunda-feira, 17, para discutir as reivindicações, entre elas a revisão do plano de cargos e salários dos professore, a implantação de processo eletivo para diretores nas escolas e a regularização dos repasses às escolas; no próximo dia 31 está marcada uma nova reunião entre governo sindicato; neste encontro devem ser discutidos, entre outros temas, as propostas relacionadas ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS); o secretário de Administração do Estado, Lúcio Mascarenhas, disse que a reivindicação pode ser atendida, o que será debatido na próxima reunião (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 – Pelo segundo dia consecutivo, professores das redes públicas estadual e municipais de ensino estão parados, em reivindicação nacional pelo aumento de mais recursos para a Educação e melhores condições salarais. No Tocantins os cerca de 35 mil professores querem a revisão no plano de carreira e o fim da interferência política nas escolas. Apenas na rede estadual, são cerca de sete mil professores.

O governo do Estado se reuniu com representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Tocantins (Sintet) nessa segunda-feira, 17, para discutir as reivindicações. O promotor de Justiça Miguel Batista de Siqueira Filho também participou da reunião. Entre as demandas do Sintet está a revisão do plano de cargos e salários dos professore, a implantação de processo eletivo para diretores nas escolas e a regularização dos repasses às escolas.

Já para o próximo dia 31 está marcada uma nova reunião entre representantes do governo do Estado e o Sindicato. Neste encontro devem ser discutidos, entre outros temas, as propostas relacionadas ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS). O Sindicato considera necessário que haja o mesmo plano para os servidores do administrativo da área da Educação e do magistério.

O secretário de Administração do Estado, Lúcio Mascarenhas, disse que a reivindicação pode ser atendida, o que será debatido na próxima reunião. Sobre a eleição para diretores, a Secretaria de Educação e Cultura do Estado (Seduc) compreende a reivindicação como possível de ser realizada a partir de uma discussão mais aprofundada sobre as regras e o processo para esta medida, que pode ser planejada para o próximo ano letivo, em 2015.

Sobre os repasses às escolas, a Seduc informou ao Sintet que os pagamentos de 2014 estão em dia e a maioria das escolas recebeu 50% dos valores referente a 2013. O restante está sendo regularizado com pagamentos a partir deste mês.

 “Por considerar que política de valorização do servidor público é importante para a gestão estadual, o governo do Tocantins está à disposição para continuar dialogando com o Sintet e atender as reivindicações de acordo com as condições legais e financeiras da administração estadual, ao lado do interesse público”, afirmou a Seduc.

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