Professores voltam ao Paço: "vão nos agredir?"

Servidores da educação municipal realizam ato público na manhã desta terça-feira na sede da prefeitura, onde foram agredidos há 20 dias durante confronto com homens da Guarda Civil; greve já dura um mês e sindicato reclama que negociações com o prefeito Paulo Garcia não avançam; no banner de divulgação do protesto os professores perguntam: "Vão negociar ou nos agredir?"

Servidores da educação municipal realizam ato público na manhã desta terça-feira na sede da prefeitura, onde foram agredidos há 20 dias durante confronto com homens da Guarda Civil; greve já dura um mês e sindicato reclama que negociações com o prefeito Paulo Garcia não avançam; no banner de divulgação do protesto os professores perguntam: "Vão negociar ou nos agredir?"
Servidores da educação municipal realizam ato público na manhã desta terça-feira na sede da prefeitura, onde foram agredidos há 20 dias durante confronto com homens da Guarda Civil; greve já dura um mês e sindicato reclama que negociações com o prefeito Paulo Garcia não avançam; no banner de divulgação do protesto os professores perguntam: "Vão negociar ou nos agredir?" (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - Prestes a completar um mês em greve, os professores e servidores da educação municipal voltam à sede da prefeitura na manhã desta terça-feira, 19 dias após o conflito com homens da Guarda Civil em que professores foram agredidos. O Simsed, sindicato que lidera o movimento, afirma que as negociações com a prefeitura não avançam e o ato é uma forma de pressionar o prefeito Paulo Garcia (PT).

No blog do sindicato e redes sociais foi divulgado um banner que convoca a categoria par ao ato e pergunta: "Vão negociar ou nos agredir?". No fatídico dia 23, grevistas estavam nos corredores do Paço Municipal e tentavam chegar ao gabinete do secretário de Finanças quando se deparou com homens da Guarda Civil que faziam o isolamento da área. Após discussão, houve conflito e servidores foram agredidos com forte pancadas de cassetete na cabeça.

A Justiça determinou que 50% das escolas e unidades de educação infantil (Cmeis) funcionassem durante a greve, mas milhares de jovens estão sendo prejudicados com a paralisação das aulas. A prefeitura alega dificuldades financeiras para cumprir todas reivindicações da categoria.

O sindicato reclama das péssimas condições de trabalho, do corte de benefícios e o não pagamento da data-base retroativa de 2014. 

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