Promotor chama jovem assassinado pelo pai de vagabundo

O promotor de Justiça e professor da Faculdade de Direito de Sorocaba (SP), Jorge Alberto de Oliveira Marum, causou polêmica ao chamar de "vagabundo" o jovem Guilherme Neto, assassinado pelo pai em Goiânia, por participar das ocupações estudantis; Marum compartilhou notícia sobre a tragédia no seu Facebook e comentou: "Não precisava tanto. Era só cortar a mesada do vagabundo e chorar no banho"; depois, o promotor considerou "infeliz" o comentário que fez e pediu desculpas aos familiares; corpo do jovem foi enterrado ontem em Goiânia

O promotor de Justiça e professor da Faculdade de Direito de Sorocaba (SP), Jorge Alberto de Oliveira Marum, causou polêmica ao chamar de "vagabundo" o jovem Guilherme Neto, assassinado pelo pai em Goiânia, por participar das ocupações estudantis; Marum compartilhou notícia sobre a tragédia no seu Facebook e comentou: "Não precisava tanto. Era só cortar a mesada do vagabundo e chorar no banho"; depois, o promotor considerou "infeliz" o comentário que fez e pediu desculpas aos familiares; corpo do jovem foi enterrado ontem em Goiânia
O promotor de Justiça e professor da Faculdade de Direito de Sorocaba (SP), Jorge Alberto de Oliveira Marum, causou polêmica ao chamar de "vagabundo" o jovem Guilherme Neto, assassinado pelo pai em Goiânia, por participar das ocupações estudantis; Marum compartilhou notícia sobre a tragédia no seu Facebook e comentou: "Não precisava tanto. Era só cortar a mesada do vagabundo e chorar no banho"; depois, o promotor considerou "infeliz" o comentário que fez e pediu desculpas aos familiares; corpo do jovem foi enterrado ontem em Goiânia (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O promotor de Justiça e professor da Faculdade de Direito de Sorocaba, Jorge Alberto de Oliveira Marum, mais uma vez causa polêmica. Nas redes sociais, ele chamou o jovem Guilherme Neto, assassinado pelo pai em Goiânia, de "vagabundo". Guilherme, de 20 anos, foi morto na terça-feira, 15, pelo pai, que discordava do apoio a ocupações em escolas. O pai cometeu suicídio em seguida.

Marum compartilhou notícia sobre a tragédia no seu Facebook e comentou: "Não precisava tanto. Era só cortar a mesada do vagabundo e chorar no banho".

O promotor considerou "infeliz" o comentário que fez. Na noite de quarta-feira, afirmou que não falou como promotor e pediu desculpas aos familiares que se sentiram ofendidos. "Foi um comentário infeliz, feito de improviso, no calor da leitura. Não quis ofender ninguém, apenas expressar que sou contra as invasões de escolas", afirmou Marum.

"A educação é um serviço público essencial, assim como a saúde. Existem outras formas de se expressar sem impedir as aulas."

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