PSB monta palanques visando 12 estados

Faltando dois meses para o término do prazo das filiações partidárias, o PSB do governador de Pernambuco e presidenciável, Eduardo Campos, une esforços e corre atrás de alianças visando o lançamento de candidatura própria em 12 estados para 2014 e, também, fortalecer o apoio político à eventual postulação do gestor pernambucano; o partido também quer ampliar a bancada na Câmara e no Senado Federal

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PE247 – Faltando dois meses para o término do prazo das filiações partidárias, o PSB do governador de Pernambuco e presidenciável, Eduardo Campos, une esforços visando o lançamento de candidatura própria em 12 estados para 2014 e fortalecer o apoio político à eventual postulação do gestor pernambucano. Além disso, o partido também quer ampliar a bancada na Câmara e no Senado Federal. Em meio a este cenário, o líder da sigla pessebista na Câmara, Beto Albuquerque (RS) afirma que, após a avalanche de manifestações nas ruas, o “jogo está zerado”. Segundo o parlamentar, “muita gente que estava agarrada na taça do ‘já ganhou’ (reeleição da presidente Dilma Rousseff-PT) está repensando.”

Desde o começo do ano, Campos tem se reunido com lideranças políticas e representantes do setor empresarial em busca de alianças visando o Palácio do Planalto no próximo ano. O pessebista já se encontrou, por exemplo, no início deste mês, com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e duas vezes com ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD). Inclusive, em 2011, quando Kassab articulava a criação da sua legenda, cogitou-se a possibilidade de uma fusão entre o PSD e PSB.

“No momento, estamos trabalhando com menos holofotes, nos bastidores, e aprendendo com as ruas, dialogando com várias áreas: universidade, agricultura, indústria, movimentos sociais”, disse Albuquerque. O deputado reforçou que as recentes manifestações em favor da melhoria da prestação do serviço público abalaram o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). “Deu uma desarrumada geral no Planalto, há um novo cenário e um quadro novo a ser prospectado”, declarou.

Pelo menos uma vez por semana, Campos dialoga com membros da Executiva nacional do PSB para a articular a formação de palanques, de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo. “Onde o Eduardo não pode ir, alguém de nós vai”, afirmou.

Quando começou a inserção partidária do PSB, Campos adotou o slogan “é possível fazer mais”. Agora, o gestor adota o “governo digital”, uma maneira de demonstrar agilidade em substituição ao “governo analógico”, agilidade que o pessebista vem pregando em seu discurso. Dessa forma, o presidenciável tem como objetivo ressaltar a necessidade de maior interação entre governo e sociedade por meio das ferramentas tecnológicas.

Curiosamente, a proposta do “governo virtual” já é objeto de estudo por parte dos especialistas. Na semana passada, Campos disse que “quem não acompanhar as mudanças reivindicadas pela sociedade nas ruas será substituído pelo voto direto nas próximas eleições”.

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