PT e PTB se unem na oposição ao governo de PE

PT e PTB decidiram se unir para ficar na oposição ao governador Eduardo Campos. Os dois partidos eram da base governista, mas deixaram o posto por conta da saída do PSB da base do governo Dilma Rousseff. O PSDB, que era oposição, se aliou ao governo pernambucano

PT e PTB decidiram se unir para ficar na oposição ao governador Eduardo Campos. Os dois partidos eram da base governista, mas deixaram o posto por conta da saída do PSB da base do governo Dilma Rousseff. O PSDB, que era oposição, se aliou ao governo pernambucano
PT e PTB decidiram se unir para ficar na oposição ao governador Eduardo Campos. Os dois partidos eram da base governista, mas deixaram o posto por conta da saída do PSB da base do governo Dilma Rousseff. O PSDB, que era oposição, se aliou ao governo pernambucano (Foto: Voney Malta)

PE247 - O governo de Pernambuco terá nova oposição na Assembleia Legislativa Estadual (Alepe) formada pelas bancadas do PT e PTB. Intitulado de "independentes", o novo bloco parlamentar começará a se organizar este mês para atuar de forma conjunta para dificultar a aprovação de projetos do governo. Até o final do ano passado, a era comandada pelo PSDB que, a partir de fevereiro, estará ao lado da base governista.

Os dois partidos, de acordo com reportagem de Mirella Araújo no site folhape.com.br, que deixaram a bancada governista devido à saída do PSDB da base do governo Dilma Rousseff, articulam promover debates e prejudicar a aprovação de projetos polêmicos como o da fusão da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos com a Secretaria de Governo, proposto pelo deputado Betinho Gomes (PSDB).

Apesar da saída dos suplentes de deputado José Humberto (PTB) e Isabel Cristina (PT), restando quatro representantes para cada um, as legendas afirmam que isso não será motivo de empecilho para que um bom debate seja provocado na Casa Joaquim Nabuco.

Nem mesmo o reforço de mais três deputados ao ninho socialista – Isaltino Nascimento, Aluísio Lessa e Laura Gomes, aumentando a bancada de 16 para 18 parlamentares – e de mais um aliado governista com Alberto Feitosa do PR – impõe temor ao novo bloco.

A deputada e presidente estadual do PT, Teresa Leitão, observa que do ponto de vista das ações estratégicas em benefício do Estado, a quantidade não interfere tanto. "Na questão política, o Governo (mesmo em maior número) terá uma quebra, pois vamos assumir uma linha mais crítica, mais questionadora. Precisamos nos reunir para acertar como isso será feito, faremos de forma organizada e coletiva", disse Teresa Leitão, conforme o texto.

O presidente estadual do PTB e pré-candidato a sucessão estadual, senador Armando Monteiro Neto (PTB), também já havia declarado sai intenção de alinhar o discurso com os petistas em prol dos interesses de Pernambuco.

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