Relator no TSE e irmão do advogado de Miranda se declara suspeito

Relator do recurso no TSE que trata da candidatura a governador de Marcelo Miranda, pela coligação "A experiência faz a mudança", ministro Henrique Neves, declarou-se nessa quarta-feira, 3, suspeito para julgar o caso; ministro revelou sua suspeição ao afirmar que ao consultar o processo verificou que entre outros fatos, se discute a inelegibilidade do candidato com base no julgamento de dois processos (RCED nº 698 e RO nº 602-83), nos quais atuou como advogado o irmão do ministro, Fernando Neves

Relator do recurso no TSE que trata da candidatura a governador de Marcelo Miranda, pela coligação "A experiência faz a mudança", ministro Henrique Neves, declarou-se nessa quarta-feira, 3, suspeito para julgar o caso; ministro revelou sua suspeição ao afirmar que ao consultar o processo verificou que entre outros fatos, se discute a inelegibilidade do candidato com base no julgamento de dois processos (RCED nº 698 e RO nº 602-83), nos quais atuou como advogado o irmão do ministro, Fernando Neves
Relator do recurso no TSE que trata da candidatura a governador de Marcelo Miranda, pela coligação "A experiência faz a mudança", ministro Henrique Neves, declarou-se nessa quarta-feira, 3, suspeito para julgar o caso; ministro revelou sua suspeição ao afirmar que ao consultar o processo verificou que entre outros fatos, se discute a inelegibilidade do candidato com base no julgamento de dois processos (RCED nº 698 e RO nº 602-83), nos quais atuou como advogado o irmão do ministro, Fernando Neves (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - Em despacho na noite desta quarta-feira, 3, o relator do Recurso Ordinário (RO 20837) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Henrique Neves, se declarou suspeito para julgar o processo que trata da candidatura a governador de Marcelo Miranda, pela coligação "A experiência faz a mudança".

Em texto sucinto, o ministro revelou sua suspeição ao afirmar que ao consultar o processo verificou que entre outros fatos, se discute a inelegibilidade do candidato com base no julgamento de dois processos (RCED nº 698 e RO nº 602-83), nos quais atuou como advogado o irmão do ministro, Fernando Neves. 

"Assim, ainda que não seja caso de impedimento, pois não há patrocínio específico neste feito, afirmo minha suspeição", escreveu o ministro. Com isso, o processo deverá ser redistribuído para outro relator.

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