Renúncia de Cunha é jogo de cena, diz deputado do PT

Para o deputado federal baiano Valmir Assunção (PT), a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara "nada mais é que um jogo de cena", como parte, segundo o petista, de um acordo com o vice-presidente em exercício Michel Temer (PMDB); "Renúncia por si só não resolve os males que Cunha impôs ao Brasil. Para quem pratica atos como os dele a consequência é a cassação do mandato. Renunciou em jogo combinado com Michel Temer para tentar salvar o seu mandato e o governo interino, provisório e golpista que é trágico", diz Valmir

Valmir Assunção
Valmir Assunção (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Para o deputado federal baiano Valmir Assunção (PT), a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara "nada mais é que um jogo de cena", como parte, segundo o petista, de um acordo com o vice-presidente em exercício Michel Temer (PMDB).

"Renúncia por si só não resolve os males que Cunha impôs ao Brasil. Para quem pratica atos como os dele a consequência é a cassação do mandato. Renunciou em jogo combinado com Michel Temer para tentar salvar o seu mandato e o governo interino, provisório e golpista que é trágico", diz Valmir.

O deputado aproveita a oportunidade para criticar a aprovação do relatório do também baiano José Carlos Aleluia (DEM) favorável ao texto do Projeto de Lei 4567/16, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que muda as regras de exploração do pré-sal.

"As regras de exploração do pré-sal, editadas pelos governos do PT, foram uma vitória do povo brasileiro. A lei vigente obriga que a Petrobras tenha uma participação mínima de 30% em todos os consórcios para exploração das reservas de pré-sal. Os golpistas, a partir do projeto tucano de José Serra, querem flexibilizar a lei para que empresas estrangeiras se apropriem do nosso petróleo, destruindo assim a Petrobras e ferindo de morte a nossa soberania", diz Assunção.

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