Repatriação: Valor para a Bahia pode dobrar

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou que os chefes dos Executivos estaduais “vão se manter unidos até o julgamento do mérito, pois a causa é de interesse direto das populações dos estados”; declaração é referente a liminar concedida pela ministra Rosa Weber, do STF, que decidiu que a União deve depositar, numa conta judicial, um valor maior para os estados; caso os estados sejam vitoriosos na decisão final, o valor que a Bahia irá receber será o dobro; o estado tem garantido R$ 359 milhões fruto da repatriação

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou que os chefes dos Executivos estaduais “vão se manter unidos até o julgamento do mérito, pois a causa é de interesse direto das populações dos estados”; declaração é referente a liminar concedida pela ministra Rosa Weber, do STF, que decidiu que a União deve depositar, numa conta judicial, um valor maior para os estados; caso os estados sejam vitoriosos na decisão final, o valor que a Bahia irá receber será o dobro; o estado tem garantido R$ 359 milhões fruto da repatriação
O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou que os chefes dos Executivos estaduais “vão se manter unidos até o julgamento do mérito, pois a causa é de interesse direto das populações dos estados”; declaração é referente a liminar concedida pela ministra Rosa Weber, do STF, que decidiu que a União deve depositar, numa conta judicial, um valor maior para os estados; caso os estados sejam vitoriosos na decisão final, o valor que a Bahia irá receber será o dobro; o estado tem garantido R$ 359 milhões fruto da repatriação (Foto: Voney Malta)

Por Raul Monteiro/Política Livre - Após diversas viagens a Brasília para audiências com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), visando garantir a correta destinação dos recursos da repatriação para a Bahia, o governador Rui Costa obteve uma vitória na Corte federal. A ministra Rosa Weber, em liminar, decidiu que a União deve depositar, numa conta judicial, um valor maior da cota inicialmente destinada ao Estado da Bahia.

A ministra assumiu a relatoria das 20 ações impetradas pelos estados e o Distrito Federal, na última semana, quando a presidente do STF, Carmén Lúcia, optou por unificar o ministro relator. “A decisão, mesmo sendo em caráter liminar, significa uma grande vitória para a Bahia. Não há como conceber que os Estados, que já tiveram suas finanças comprometidas pela crise e pela queda nos repasses no FPE, ainda deixem de contar com as parcelas das multas da repatriação, como manda a Constituição.

Os governadores vão se manter unidos até o julgamento do mérito, pois a causa é de interesse direto das populações dos estados”, afirmou Rui Costa. Pela lei em vigor, a Bahia já tem garantido R$ 359 milhões fruto da repatriação. Esse valor praticamente dobra se o Supremo entender que os Estados devem receber também pela multa em cima dessas repatriações.

O procurador-geral do Estado da Bahia, Paulo Moreno, acompanhou o governador nas reuniões realizadas na capital federal e vê a decisão como um resgate mais que oportuno do pacto federativo. “Vamos aguardar que o STF confirme a decisão. A presença do governador Rui Costa nas audiências em Brasília foi fundamental para o sucesso desta ação”, destacou.

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