Rodrigo Espinosa explica pilar número 1 do marketing: conheça seu público

Rodrigo Espinosa é vice-presidente da América Latina da empresa de marketing George P Johnson Experience, além de ex-professor de marketing na Universidade de Berkeley; Espinosa esteve presente no evento da StartSe 2018 – A Revolução da Nova Economia, e deu dicas de marketing para varejistas; parece simples, mas o pilar número 1 do marketing citado por ele é: conheça o seu público. “Marketing é criar consideração por um produto ou serviço já pré-definido, para um segmento da população”, comentou

Rodrigo Espinosa é vice-presidente da América Latina da empresa de marketing George P Johnson Experience, além de ex-professor de marketing na Universidade de Berkeley; Espinosa esteve presente no evento da StartSe 2018 – A Revolução da Nova Economia, e deu dicas de marketing para varejistas; parece simples, mas o pilar número 1 do marketing citado por ele é: conheça o seu público. “Marketing é criar consideração por um produto ou serviço já pré-definido, para um segmento da população”, comentou
Rodrigo Espinosa é vice-presidente da América Latina da empresa de marketing George P Johnson Experience, além de ex-professor de marketing na Universidade de Berkeley; Espinosa esteve presente no evento da StartSe 2018 – A Revolução da Nova Economia, e deu dicas de marketing para varejistas; parece simples, mas o pilar número 1 do marketing citado por ele é: conheça o seu público. “Marketing é criar consideração por um produto ou serviço já pré-definido, para um segmento da população”, comentou (Foto: Leonardo Lucena)

StartSe - Rodrigo Espinosa é vice-presidente da América Latina da empresa de marketing George P Johnson Experience, além de ex-professor de marketing na Universidade de Berkeley. Espinosa esteve presente no evento da StartSe 2018 – A Revolução da Nova Economia, e deu dicas de marketing para varejistas.

Parece simples, mas o pilar número 1 do marketing citado por ele é: conheça o seu público. “Marketing é criar consideração por um produto ou serviço já pré-definido, para um segmento da população”, comentou. Para criar consideração pelo seu produto, é necessário saber quem é o público e o que ele gosta.

“Expectativas, memórias, histórias e relações são motivos para o seu cliente escolher um produto e não outro. Se o seu consumidor não paga o premium, faz uma seleção ou espalha a palavra, sua marca não tem valor para o consumidor”, afirmou Espinosa.

Isso porque, no final, são as pessoas quem escolhem as marcas que consomem – e escolhe por algum motivo. Seja pelo preço, qualidade, ou pelo fato de não testar animais, por exemplo, há sempre um fator decisivo na escolha – e você tem que descobrir qual é o seu.

“Hoje, o Facebook sabe o que você faz, com quem e quando. A Amazon sabe o que você compra. O Netflix sabe o que você gosta. O Google sabe o que você deseja. O Uber sabe para onde você vai. Essas empresas são empresas de dados, que ganham dinheiro com isso”, citou Espinosa. Essas empresas hoje são um fator de sucesso porque oferecem exatamente o que seus clientes desejam – e, em um mundo de abundância de opções no qual vivemos, ter a opção certa é decisivo.

“No passado, nós íamos para uma loja comprar porque tínhamos a necessidade. Agora, nós vamos em uma loja porque queremos”, comentou o vice-presidente da GPJ. Hoje, podemos encontrar os mesmos produtos em loja online e física, e muitas vezes vendidas pelas mesmas empresas. Por isso, principalmente as lojas físicas, para combater a facilidade trazida pelas lojas online, devem oferecer uma boa experiência para o consumidor.

“Nesse ambiente, você tem que ser mais do que um produto em uma estante junto com outros produtos”, afirmou. Porque hoje, fazer algo simples como entrar em um carro e ir até uma loja não é mais uma necessidade, mas uma escolha.

Espinosa utilizou a loja de eletrônicos Best Buy. “Eles não estavam bem, mas hoje possuem especialistas nas lojas – então se você tem alguma pergunta sobre tecnologia ou produto, você vai até uma Best Buy e recebe conselhos melhor do que em qualquer outro lugar”, comentou.

Hoje, quando os clientes vão em uma loja física, procuram não apenas comprar um produto, mas ter boas experiências – algo que não pode ter na loja online.

A CVS, rede de farmácia presente nos Estados Unidos, também é um exemplo de formação de marca e preocupação com o consumidor: “A CVS deixou de vender cigarros porque é uma farmácia, e cigarros não fazem bem para a saúde”.

Presença online

Mas, além de oferecer uma boa experiência no mundo físico, atualmente a presença online é essencial. “Se você não está online, em canais sociais, está perdendo um cenário inteiro de marketing. Se você não está no feed das pessoas, você não existe”, finalizou.

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