Rombo na Fundação Butantan chega a R$ 55 mi

Estimativa é do promotor de Justiça Nathan Glina, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que investiga um esquema de furtos aos cofres da fundação por meio de uma série de 340 furtos; segundo a investigação, uma microempresa de eletrônicos foi usada para receber R$ 2,68 milhões entre 2005 e 2008, uma fortuna 26.600 vezes superior a seu capital social, de R$ 10 mil

Estimativa é do promotor de Justiça Nathan Glina, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que investiga um esquema de furtos aos cofres da fundação por meio de uma série de 340 furtos; segundo a investigação, uma microempresa de eletrônicos foi usada para receber R$ 2,68 milhões entre 2005 e 2008, uma fortuna 26.600 vezes superior a seu capital social, de R$ 10 mil
Estimativa é do promotor de Justiça Nathan Glina, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que investiga um esquema de furtos aos cofres da fundação por meio de uma série de 340 furtos; segundo a investigação, uma microempresa de eletrônicos foi usada para receber R$ 2,68 milhões entre 2005 e 2008, uma fortuna 26.600 vezes superior a seu capital social, de R$ 10 mil (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 – Um esquema de desvios milionário na Fundação Butantan resultou num rombo de R$ 55 milhões aos cofres da instituição de São Paulo, estima até o momento o promotor de Justiça Nathan Glina, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

A investigação conduzida pelo órgão apura um esquema de furtos aos cofres da fundação por meio de uma série de 340 furtos. Em denúncia sobre o caso, o Ministério Público de São Paulo pede a condenação de 11 pessoas, entre elas o então gerente administrativo do instituto, Adalberto da Silva Bezerra.

De acordo com a investigação, uma microempresa de eletrônicos foi usada para receber R$ 2,68 milhões entre 2005 e 2008, uma fortuna 26.600 vezes superior a seu capital social, de R$ 10 mil, aponta reportagem do Estado de S.Paulo nesta terça-feira 28. A Sunstec teria sido usada como laranja para captação de recursos desviados, segundo os investigadores.

Em 8 de fevereiro, o diretor-presidente da Fundação Butantan, André Franco Montoro Filho, pediu demissão após as denúncias, alegando ter encontrado uma série de irregularidades após assumir o cargo, em 2015. Suas críticas, na época da demissão, estavam direcionadas ao médico Jorge Kalil, então presidente do Instituto Butantã.

Ligado ao governo de São Paulo, o instituto é administrado pela fundação, e responsável pela realização de pesquisas e pelo desenvolvimento de vacinas. O governo decidiu afastar Kalil da diretoria do instituto no último dia 21.

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