Roseno: intervenção é marketing para acabar com a agenda negativa

Para o deputado estadual Renato Roseno (Psol-CE), a intervenção federal no Rio de Janeiro, transferindo o comando das forças de segurança daquele estado para as Forças Armadas é uma medida é para atrair marketing a acabar com a agenda negativa do Governo Federal. Para o parlamentar o governo "tenta enganar a população com um assunto sério, que é a segurança pública”  

Para o deputado estadual Renato Roseno (Psol-CE), a intervenção federal no Rio de Janeiro, transferindo o comando das forças de segurança daquele estado para as Forças Armadas é uma medida é para atrair marketing a acabar com a agenda negativa do Governo Federal. Para o parlamentar o governo "tenta enganar a população com um assunto sério, que é a segurança pública”
 
Para o deputado estadual Renato Roseno (Psol-CE), a intervenção federal no Rio de Janeiro, transferindo o comando das forças de segurança daquele estado para as Forças Armadas é uma medida é para atrair marketing a acabar com a agenda negativa do Governo Federal. Para o parlamentar o governo "tenta enganar a população com um assunto sério, que é a segurança pública”   (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - Para o deputado Renato Roseno (Psol-CE), a intervenção federal no Rio de Janeiro, transferindo o comando das forças de segurança daquele estado para as Forças Armadas é uma medida é para atrair marketing a acabar com a agenda negativa do Governo Federal. Para o parlamentar o governo tenta enganar a população com um assunto sério, que é a segurança pública”, lamentou.

Renato Roseno salientou que o Governo Federal não queria assumir também a derrota da Reforma da Previdência. “Esse é um grande motivador para o controle militar no Rio. 

Para o deputado, o RJ vive um problema de crime de governança, tendo vários ex-gestores presos ou sendo investigados. “A corrupção tomou conta do estado e o Governo Federal não quer enfrentar esse real problema, se acovardando e brincando com o povo”, disse.

O parlamentar enfatizou também o problema do tráfico de armas que, segundo ele, é bilionário e precisaria de um trabalho bem mais complexo para ser enfrentado. “Na segurança, falta inteligência, falta planejamento e falta estudo para entender a dinâmica dos crimes. Sobra reatividade. Se render ao populismo penal é fácil, mas a melhoria é ilusão”, apontou.

Em aparte, o deputado Carlos Felipe (PCdoB) parabenizou o pronunciamento do parlamentar e ressaltou que trabalhar em cima do tráfico de armas seria uma das medidas de inteligência para a melhoria da segurança pública. “Todos os estados precisam de um trabalho de inteligência, planejamento, parceria e controle para enfrentar o crime”, defendeu.

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