Sabesp: AGU e MP cobram plano para crise

A Advocacia-­Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado de São Paulo fizeram acordo para cobrar de forma conjunta que a Sabesp apresente até o final deste mês um planejamento para enfrentar a crise hídrica; o plano deve detalhar como a empresa vai assegurar o fornecimento de água pelo Sistema Cantareira, qual será a vazão de água em variados cenários, como reduzir o desperdício e diversificar as fontes de abastecimento, para não sobrecarregar o Cantareira

A Advocacia-­Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado de São Paulo fizeram acordo para cobrar de forma conjunta que a Sabesp apresente até o final deste mês um planejamento para enfrentar a crise hídrica; o plano deve detalhar como a empresa vai assegurar o fornecimento de água pelo Sistema Cantareira, qual será a vazão de água em variados cenários, como reduzir o desperdício e diversificar as fontes de abastecimento, para não sobrecarregar o Cantareira
A Advocacia-­Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado de São Paulo fizeram acordo para cobrar de forma conjunta que a Sabesp apresente até o final deste mês um planejamento para enfrentar a crise hídrica; o plano deve detalhar como a empresa vai assegurar o fornecimento de água pelo Sistema Cantareira, qual será a vazão de água em variados cenários, como reduzir o desperdício e diversificar as fontes de abastecimento, para não sobrecarregar o Cantareira (Foto: Romulo Faro)

SP 247 - A Advocacia-­Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE) fizeram acordo para cobrar de forma conjunta que a Sabesp apresente até o final deste mês um planejamento para enfrentar a crise hídrica.

O acordo prevê suspensão de ação em que o MPF e o MPE reivindicam na Justiça que a companhia de saneamento, o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE) e a Agência Nacional de Águas (ANA) adotem medidas para combater a falta de água no Sistema Cantareira.

Os órgãos reguladores e os MPs terão mais dez dias após o prazo estipulado para analisar a proposta e, segundo a AGU, se necessário, solicitar aperfeiçoamentos antes de a ação voltar à Justiça.

O plano deve detalhar como a empresa vai assegurar o fornecimento de água pelo Sistema Cantareira, qual será a vazão de água em variados cenários, como reduzir o desperdício e diversificar as fontes de abastecimento, para não sobrecarregar o Cantareira.

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