Secretaria investiga 11 casos de microcefalia

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que 11 casos de microcefalia são investigados em em Minas; a doença é caracterizada por uma anomalia no tamanho do crânio, menor que o a média; em 2015, 22 bebês nasceram com a malformação no estado; dos 11, apenas um caso, registrado em Belo Horizonte, teve a ligação com o zika vírus descartada; mas de acordo com a SES, ele permanece sob investigação para que a causa da microcefalia seja apontada; os demais casos continuam sob suspeita de relação com o vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti

Brasília (DF) - Bebês acolhidos pelo Lar da Criança Padre Cícero, instituição que cuida mais de 20 crianças e adolescentes. Poucos estão habilitados para adoção
Brasília (DF) - Bebês acolhidos pelo Lar da Criança Padre Cícero, instituição que cuida mais de 20 crianças e adolescentes. Poucos estão habilitados para adoção (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou, nesta quinta-feira (3), que 11 casos de microcefalia são investigados em em Minas. A doença é caracterizada por uma anomalia no tamanho do crânio, menor que o a média. Em 2015, 22 bebês nasceram com a malformação no estado.

Dos 11, apenas um caso, registrado em Belo Horizonte, teve a ligação com o zika vírus descartada. Mas de acordo com a SES, ele permanece sob investigação para que a causa da microcefalia seja apontada. Os demais casos continuam sob suspeita de relação com o vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

“Nós não temos identificação de um surto de microcefalia em Minas Gerais, os 22 casos hoje registrados pela notificação ou pelo banco de sistema de nascidos vivos estão dentro da normalidade esperada para o ano em Minas Gerais”, disse o superintendente de Vigilância Epidemiológica do estado, Rodrigo Said, conforme relato do G1.

Apesar de não existir a identificação da circulação do zika vírus em Minas, representantes do governo estadual e do município de Belo Horizonte alertam sobre a importância do combate ao Aedes aegypti que, além da dengue, transmite o zika e a chikungunya. “O Ministério da Saúde está indicando realmente que a gestante utilize repelente, mas principalmente também que evite se expor ao mosquito”, afirmou a gerente de Vigilância em Saúde e Informação da capital, Maria Tereza da Costa.


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