Sem citar PSTU, governo vê greve "eleitoral" no metrô

Ministro do Trabalho diz que "também há interesses eleitorais" na paralisação que já dura cinco dias no metrô de São Paulo; para Manoel Dias, a Copa do Mundo e as eleições presidenciais são um "estímulo" às paralisações; "É uma oportunidade... um poder de pressão", disse; para ele, "há excessos neste período, há abuso"; Dias defende que, como na Europa, greve precisar ter "horário, local e tem que respeitar o ir e vir dos demais"; questionado se a greve dos metroviários paulistas tem fins eleitorais, ministro respondeu: "Há também interesses eleitorais"; presidente do sindicato da categoria, Altino Melo dos Prazeres, e diretores são ligados ao PSTU

Ministro do Trabalho diz que "também há interesses eleitorais" na paralisação que já dura cinco dias no metrô de São Paulo; para Manoel Dias, a Copa do Mundo e as eleições presidenciais são um "estímulo" às paralisações; "É uma oportunidade... um poder de pressão", disse; para ele, "há excessos neste período, há abuso"; Dias defende que, como na Europa, greve precisar ter "horário, local e tem que respeitar o ir e vir dos demais"; questionado se a greve dos metroviários paulistas tem fins eleitorais, ministro respondeu: "Há também interesses eleitorais"; presidente do sindicato da categoria, Altino Melo dos Prazeres, e diretores são ligados ao PSTU
Ministro do Trabalho diz que "também há interesses eleitorais" na paralisação que já dura cinco dias no metrô de São Paulo; para Manoel Dias, a Copa do Mundo e as eleições presidenciais são um "estímulo" às paralisações; "É uma oportunidade... um poder de pressão", disse; para ele, "há excessos neste período, há abuso"; Dias defende que, como na Europa, greve precisar ter "horário, local e tem que respeitar o ir e vir dos demais"; questionado se a greve dos metroviários paulistas tem fins eleitorais, ministro respondeu: "Há também interesses eleitorais"; presidente do sindicato da categoria, Altino Melo dos Prazeres, e diretores são ligados ao PSTU (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 – "É natural" que haja interesses eleitorais em greves em um momento de exposição do País, como na Copa do Mundo, afirmou nesta segunda-feira 9 o ministro do Trabalho, Manoel Dias.

Em Genebra, onde participa do encontro anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o ministro comentou a greve dos metroviários de São Paulo, que está no seu 5º dia e já resultou em 60 demissões por justa causa.

Para Manoel Dias, como na Europa, greve precisar ter "horário, local e tem que respeitar o ir e vir dos demais". O ministro defendeu o direito das paralisações, mas ressaltou que é preciso ter limites. Segundo ele, o momento atual do Brasil, com Copa do Mundo e eleições presidenciais, "estimula" o movimento.

"O Brasil está vivendo um momento importante de exposição e isso também estimula um pouco as greves. É uma oportunidade... um poder de pressão", disse. O ministro acrescentou que nesse período, "há excessos, há abuso".

Questionado se a greve de São Paulo tem fins eleitorais, Dias respondeu: "Não tenho informações. Mas é natural que num momento importante que o Brasil tem de exposição, isso ajuda e há também interesses eleitorais".

O ministro disse ainda ser "imprevisível" a realização de outras greves no País durante a Copa do Mundo, mas acredita que, após o evento, tudo deve se acalmar. Em entrevista ao 247, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, ameaçou uma "enxurrada" de greves no período do Mundial (leia mais aqui).

"Passada a Copa, as pessoas vão ver que os estádios não foram embora, que as obras dos aeroportos continuam, que os investimentos de mobilidade urbana continuarão. O grande beneficiário será o povo brasileiro", defendeu Manoel Dias.

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