'Ser preto é ser barrado no evento da sua marca', diz Fióti sobre racismo na SPFW

Fundador da grife LAB junto com seu irmão, o músico Emicida, o rapper Evandro Fióti relata racismo nos corredores da São Paulo Fashion Week; em post no Facebook, ele comentou o ocorrido: "Ser preto é ser barrado pelo segurança do evento até mesmo quando é da sua marca e com a pulseira"; Em nota, a direção do evento defendeu Fióti e preservou o segurança envolvido no caso:  "O SPFW está integralmente ao lado de Fióti, e acredita que a divulgação deste fato contribua na luta contra atitudes que infelizmente  ainda fazem parte do dia a dia de nossa sociedade e que nos repugnam."

Fundador da grife LAB junto com seu irmão, o músico Emicida, o rapper Evandro Fióti relata racismo nos corredores da São Paulo Fashion Week; em post no Facebook, ele comentou o ocorrido: "Ser preto é ser barrado pelo segurança do evento até mesmo quando é da sua marca e com a pulseira"; Em nota, a direção do evento defendeu Fióti e preservou o segurança envolvido no caso:  "O SPFW está integralmente ao lado de Fióti, e acredita que a divulgação deste fato contribua na luta contra atitudes que infelizmente  ainda fazem parte do dia a dia de nossa sociedade e que nos repugnam."
Fundador da grife LAB junto com seu irmão, o músico Emicida, o rapper Evandro Fióti relata racismo nos corredores da São Paulo Fashion Week; em post no Facebook, ele comentou o ocorrido: "Ser preto é ser barrado pelo segurança do evento até mesmo quando é da sua marca e com a pulseira"; Em nota, a direção do evento defendeu Fióti e preservou o segurança envolvido no caso:  "O SPFW está integralmente ao lado de Fióti, e acredita que a divulgação deste fato contribua na luta contra atitudes que infelizmente  ainda fazem parte do dia a dia de nossa sociedade e que nos repugnam." (Foto: Charles Nisz)

SP 247 - Na última terça, 29, a LAB apresentou sua coleção de verão na São Paulo Fashion Week. No entanto, ao final do evento, o músico Evandro Fióti, fundador da marca ao lado do irmão, o rapper Emicida, foi vítima de racismo nos corredores da Fundação Bienal. Ele foi barrado por um dos seguranças quando tentava se juntar à sua equipe, mesmo portando a pulseira de acesso.

Fióti só conseguiu a liberação após o segurança contatar seus superiores. Em post no Facebook, ele comentou o ocorrido: "Ser preto é ser barrado pelo segurança do evento até mesmo quando é da sua marca e com a pulseira", escreveu. 

 Em comunicado, a LAB falou sobre o acontecimento, repudiando a atitude do segurança. "Desde que a LAB fez sua estreia na SPFW, principal evento de moda da América Latina, há três temporadas, vem reforçando a importância da representatividade e levando a rua para as passarelas, diversificando o casting de forma muito natural. O ocorrido ressalta a realidade do racismo ainda existente na sociedade brasileira e reforça ainda mais a necessidade da participação de marcas como a LAB em eventos de grande repercussão e da inclusão de pessoas que realmente representam a população brasileira em lugares de destaque."

Já a organização da SPFW afirmou que tomou medidas junto à empresa responsável pela segurança do evento: "Ao ver o post de Evandro Fióti, Paulo Borges imediatamente entrou em contato com ele para apurar o ocorrido. Em seguida,  tomou medidas junto à empresa de segurança contratada pelo evento, para repreensão de conduta dos envolvidos, e atendendo pedido de Fióti, preservou o funcionário responsável. O SPFW está integralmente ao lado de Fióti, e acredita que a divulgação deste fato contribua na luta contra atitudes que infelizmente  ainda fazem parte do dia a dia de nossa sociedade e que nos repugnam."

 

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