Skaf: “Ou a presidente governa ou abre espaço”

O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, criticou o que chamou de "barganha política entre o Palácio do Planalto e partidos da base aliada do governo"; ele também disse que é preciso que a presidente Dilma Rousseff busque solucionar o quanto antes a crise politica e econômica ou "abra espaço para quem quer governar"; "Está claro que o Brasil não pode continuar como está. Ou a presidente governa, adotando medidas radicais, ou abre espaço para quem quer governar", afirmou

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, fala à imprensa depois de audiência com o presidente do Senado, Renan Calheiros, no Congresso Nacional (Antonio Cruz/Agência Brasil)
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, fala à imprensa depois de audiência com o presidente do Senado, Renan Calheiros, no Congresso Nacional (Antonio Cruz/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, criticou o que chamou de "barganha política entre o Palácio do Planalto e partidos da base aliada do governo". Segundo ele, a maioria do PMDB possui a mesma opinião. "Sou do PMDB, não concordo com isso e sei que não são todos os integrantes do partido que apoiam esta atitude", disse em entrevista ao programa Show Business, do apresentador João Dória, que será exibido neste sábado (17), pela TV Bandeirantes.

Ele também disse que não poderia comentar de forma institucional a possibilidade de abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, mas afirmou que é preciso uma mudança radical de maneira a superar a crise política e econômica.  "Está claro que o Brasil não pode continuar como está. Ou a presidente governa, adotando medidas radicais, ou abre espaço para quem quer governar", cravou.

Ele também criticou o projeto do governo federal para recriar a CPMF. "Se aumento de impostos fosse bom, o Brasil não teria problemas. O Governo arrecada R$ 2 trilhões e não resolve o problema do País. Por que ele acha que com R$ 2,4 trilhões vai resolver?", declarou.

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