Sobe número de mortes por H1N1 no RS

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul informou, nesta sexta-feira (15), que aumentou para 10 o número de mortes causadas pelo vírus H1N1 no Rio Grande do Sul neste ano; o último balanço informava seis mortes; no total, foram 22 casos confirmados; três vítimas moravam em Porto Alegre; o último é um homem de 46 anos, que morreu na última terça-feira (12)

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul informou, nesta sexta-feira (15), que aumentou para 10 o número de mortes causadas pelo vírus H1N1 no Rio Grande do Sul neste ano; o último balanço informava seis mortes; no total, foram 22 casos confirmados; três vítimas moravam em Porto Alegre; o último é um homem de 46 anos, que morreu na última terça-feira (12)
A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul informou, nesta sexta-feira (15), que aumentou para 10 o número de mortes causadas pelo vírus H1N1 no Rio Grande do Sul neste ano; o último balanço informava seis mortes; no total, foram 22 casos confirmados; três vítimas moravam em Porto Alegre; o último é um homem de 46 anos, que morreu na última terça-feira (12) (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul informou, nesta sexta-feira (15), que aumentou para 10 o número de mortes causadas pelo vírus H1N1 no Rio Grande do Sul neste ano. O último balanço informava seis mortes. No total, foram 22 casos confirmados. Três vítimas moravam em Porto Alegre. O último é um homem de 46 anos, que morreu na última terça-feira (12).

Os outros casos foram registrados nos municípios de Novo Hamburgo, Flores da Cunha, Uruguaiana, Erechim, Santa Rosa, Arroio do Sal e Frederico Westphalen.

O Rio Grande do Sul dá início à vacinação no dia 25 de abril, cinco dias antes do começo da campanha nacional, com término previsto para 20 de maio. 

Fazem parte dos grupos de risco pessoas com 60 anos ou mais, crianças com mais de seis meses e menos de cinco anos, mulheres até 45 dias depois do parto, gestantes, e pessoas com doenças crônicas (respiratórias, cardíacas, renais, além de obesos e diabéticos).

Também recebem doses os indígenas diretamente nas aldeias; os profissionais de saúde se vacinam nos próprios locais de trabalho; e a população privada de liberdade, devido aos altos índices de doenças respiratórias.

 

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