Stédile, do MST, promete guerra se Aécio ganhar

Um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile diz que a candidatura do presidenciável tucano Aécio Neves “seria o fim do mundo, a volta do modelo neoliberal”; ele vincula o candidato ao capital financeiro e às multinacionais: 'tanto que ele já anunciou que vai privatizar a Petrobras e dar independência ao Banco Central. E ainda que é o único legítimo representante do agronegócio! Só espero que não ganhe o Aécio, porque aí seria uma guerra'

www.brasil247.com - Um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile diz que a candidatura do presidenciável tucano Aécio Neves “seria o fim do mundo, a volta do modelo neoliberal”; ele vincula o candidato ao capital financeiro e às multinacionais: 'tanto que ele já anunciou que vai privatizar a Petrobras e dar independência ao Banco Central. E ainda que é o único legítimo representante do agronegócio! Só espero que não ganhe o Aécio, porque aí seria uma guerra'
Um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile diz que a candidatura do presidenciável tucano Aécio Neves “seria o fim do mundo, a volta do modelo neoliberal”; ele vincula o candidato ao capital financeiro e às multinacionais: 'tanto que ele já anunciou que vai privatizar a Petrobras e dar independência ao Banco Central. E ainda que é o único legítimo representante do agronegócio! Só espero que não ganhe o Aécio, porque aí seria uma guerra' (Foto: Roberta Namour)
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247 – Um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile, se diz pessimista quando a questão da reforma agrária nas eleições deste ano. Mas quando o assunto é o presidenciável tucano Aécio Neves, é ainda mais explícito: promete guerra se ele ganhar.

“A candidatura Dilma e a candidatura Eduardo e Marina são candidaturas alternativas de um mesmo projeto: o neodesenvolvimentismo, cujos parâmetros estão bloqueados e não resolveram os problemas estruturais. A candidatura do Aécio seria o fim do mundo, a volta do modelo neoliberal”.

Ele vincula o candidato ao capital financeiro e às multinacionais: “tanto que ele já anunciou que vai privatizar a Petrobras e dar independência ao Banco Central. E ainda que é o único legítimo representante do agronegócio!”.

Segundo ele, a questão agrária no Brasil só virá num futuro próximo quando houver a retomada das manifestações de massa, que vão pautar um projeto de país. “As eleições também não representam mudanças estruturais na política institucional. Ganhe quem ganhe, continuará tudo igual. Só espero que não ganhe o Aécio, porque aí seria uma guerra”, afirma (leia mais).

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