Taxistas protestam contra Uber, querem fazer lotação e fim do taxímetro

Dezenas de taxistas fizeram um ato contra a falta de fiscalização aos veículos da Uber em Maceió e para cobrar mais rigor da prefeitura para observar como está funcionando o sistema do aplicativo na capital; eles reivindicam, ainda, que o município libere o táxi-lotação, acabe com o taxímetro e o uso do celular para o trabalho (como o Uber) e a retirada de todos os impostos para se trabalhar como taxista

Dezenas de taxistas fizeram um ato contra a falta de fiscalização aos veículos da Uber em Maceió e para cobrar mais rigor da prefeitura para observar como está funcionando o sistema do aplicativo na capital; eles reivindicam, ainda, que o município libere o táxi-lotação, acabe com o taxímetro e o uso do celular para o trabalho (como o Uber) e a retirada de todos os impostos para se trabalhar como taxista
Dezenas de taxistas fizeram um ato contra a falta de fiscalização aos veículos da Uber em Maceió e para cobrar mais rigor da prefeitura para observar como está funcionando o sistema do aplicativo na capital; eles reivindicam, ainda, que o município libere o táxi-lotação, acabe com o taxímetro e o uso do celular para o trabalho (como o Uber) e a retirada de todos os impostos para se trabalhar como taxista (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Mais uma vez, dezenas de taxistas fizeram um ato, na manhã desta quarta-feira (8), contra a falta de fiscalização aos veículos da Uber em Maceió. O grupo se concentrou no Estacionamento de Jaraguá e cobrou mais rigor da prefeitura para observar como está funcionando o sistema do aplicativo na capital.

No manifesto desta manhã, os taxistas reivindicam que o município libere o táxi-lotação, acabe com o taxímetro e o uso do celular para o trabalho (como o Uber). Outra opção, segundo a categoria, é a regulamentação destas plataformas e a retirada de todos os impostos para se trabalhar como taxista em Maceió.

Arnaldo Santos lembra que os taxistas pagam muitos impostos para exercer a função. "Pagamos impostos caros, enquanto os Ubers não pagam nada. Além disso, eles não têm identificação e não pagam nada e estamos a aqui não tendo nem como juntar o dinheiro para pagar os impostos", relata.

Já o motorista Agnes Dinares afirma que a categoria está sendo abandonada pelo poder público. "As coisas aqui em Maceió só se resolvem com protesto. Nos outros estados, quando se iniciou o Uber, o poder público atuava em favor dos taxistas, regularizados, mas aqui não. Eles fecharam os olhos para nós. Estamos sendo abandonados, pagamos impostos e o sindicato, SMTT e o poder público não estão nem aí quanto à atuação dos Ubers", reclama.

Gaspar Silva, do movimento dos taxistas, diz que tomou conhecimento da ausência de notificação da prefeitura a respeito da decisão, em caráter liminar, do Poder Judiciário, impedindo a fiscalização dos motoristas da Uber na capital. 

Segundo ele, a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) ainda não teria sido comunicada oficialmente desta determinação e, portanto, deveria continuar as inspeções a estes condutores.

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