Teixeira: o Brasil não pode ficar refém do ódio

"Temos vivido tempos sombrios. O mestre de capoeira Moa do Katendê, 63 anos, foi morto com 12 facadas depois de dizer que havia votado no PT em Salvador. Lamento muito! O Brasil não pode ficar refém do ódio. Chega de violência. Chega de intolerância", afirmou o deputado do PT-SP

Teixeira: o Brasil não pode ficar refém do ódio
Teixeira: o Brasil não pode ficar refém do ódio (Foto: Esq.: Lúcio Bernardo Jr. - Câmara)
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SP 247 - O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), reeleito para mais um mandato, lamentou a morte do mestre de capoeira Moa do Katendê, 63 anos, com 12 facadas, em Salvador (BA), após dizer que votou em Fernando Haddad (PT). 

"Temos vivido tempos sombrios. O mestre de capoeira Moa do Katendê, 63 anos, foi morto com 12 facadas depois de dizer que havia votado no PT em Salvador. Lamento muito! O Brasil não pode ficar refém do ódio. Chega de violência. Chega de intolerância", escreveu o parlamentar no Twitter.

O próprio Haddad também se manifestou. "Um dia amargo para a democracia. A cultura do ódio precisa ser interrompida urgentemente", disse Haddad pelo Twitter.

Este é pelo menos o terceiro caso de agressão cometida por simpatizantes de Bolsonaro. O mestre de capoeira Moa do Katende foi morto com 12 facadas nas costas na madrugada desta segunda-feira (8), em um bar em Salvador, após dizer que tinha votado em Fernando Haddad para a presidente (leia aqui).

Em Recife (PE), uma jornalista do Jornal do Commercio foi agredida e ameaçada de estupro por dois homens na tarde deste domingo (7). De acordo com a jornalista, dois homens ameaçaram-na de estupro no momento em que saía do local de votação, no bairro de Campo Grande, na zona norte do Recife. Ela informou à Polícia que um deles vestia camisa de Bolsonaro (veja aqui).

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