TJ-SP mantém absolvição de 12 acusados por cratera no metrô

Decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo sobre a tragédia que deixou sete mortos em 2007, quando uma cratera se abriu no chão durante a obra da Linha 4-Amarela do Metrô paulista, foi tomada por 2 votos a 1, em resposta a recurso da Promotoria, que pedia a condenação das pessoas ligadas às construtoras ou ao Metrô sob a alegação de que os envolvidos sabiam da possibilidade de haver um desabamento no local; "Neste país, parece que sempre ganha o mais forte", disse o parente de uma das vítimas

Decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo sobre a tragédia que deixou sete mortos em 2007, quando uma cratera se abriu no chão durante a obra da Linha 4-Amarela do Metrô paulista, foi tomada por 2 votos a 1, em resposta a recurso da Promotoria, que pedia a condenação das pessoas ligadas às construtoras ou ao Metrô sob a alegação de que os envolvidos sabiam da possibilidade de haver um desabamento no local; "Neste país, parece que sempre ganha o mais forte", disse o parente de uma das vítimas
Decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo sobre a tragédia que deixou sete mortos em 2007, quando uma cratera se abriu no chão durante a obra da Linha 4-Amarela do Metrô paulista, foi tomada por 2 votos a 1, em resposta a recurso da Promotoria, que pedia a condenação das pessoas ligadas às construtoras ou ao Metrô sob a alegação de que os envolvidos sabiam da possibilidade de haver um desabamento no local; "Neste país, parece que sempre ganha o mais forte", disse o parente de uma das vítimas (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 – O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a absolvição, nesta quinta-feira 17, de 12 pessoas envolvidas com a tragédia ocorrida em 2007 durante as obras da Linha 4-Amarela, do Metrô de São Paulo.

Na ocasião, uma cratera se abriu no chão no bairro de Pinheiros, engolindo sete pessoas – seis delas não trabalhavam na construção, apenas caminhavam pelo local.

A decisão do TJ foi tomada por 2 votos a 1, em resposta a recurso da Promotoria, que pedia a condenação das pessoas ligadas às construtoras ou ao Metrô sob a alegação de que os envolvidos sabiam da possibilidade de haver um desabamento no local.

"Neste país, parece que sempre ganha o mais forte", lamentou Silvio Antônio de Azevedo, que teve a mãe engolida e morta pela cratera, segundo relato em reportagem da Folha de S. Paulo.

Os réus já haviam sido absolvidos na primeira instância, em maio deste ano.

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