TJPE adota medidas para evitar massacres em presídios pernambucanos

Possibilidade de uma tragédia nos presídios pernambucanos nos moldes das registradas no Amazonas e Roraima levou o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) a adotar um conjunto de medidas preventivas visando evitar os riscos atuais. O TJPE irá criar uma Comissão de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e ampliar as atividades da Central de Agilização Processual, para julgamentos de ações penais de réus presos, a criação de uma Central de Medidas Cautelares e de uma Vara de Execução Penal do Regime Aberto; medidas visam agilizar o julgamento de presos em Pernambuco, já que cerca de metade dos 30.028 encarcerados no Estado ainda não foram julgados

Possibilidade de uma tragédia nos presídios pernambucanos nos moldes das registradas no Amazonas e Roraima levou o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) a adotar um conjunto de medidas preventivas visando evitar os riscos atuais. O TJPE irá criar uma Comissão de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e ampliar as atividades da Central de Agilização Processual, para julgamentos de ações penais de réus presos, a criação de uma Central de Medidas Cautelares e de uma Vara de Execução Penal do Regime Aberto; medidas visam agilizar o julgamento de presos em Pernambuco, já que cerca de metade dos 30.028 encarcerados no Estado ainda não foram julgados
Possibilidade de uma tragédia nos presídios pernambucanos nos moldes das registradas no Amazonas e Roraima levou o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) a adotar um conjunto de medidas preventivas visando evitar os riscos atuais. O TJPE irá criar uma Comissão de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e ampliar as atividades da Central de Agilização Processual, para julgamentos de ações penais de réus presos, a criação de uma Central de Medidas Cautelares e de uma Vara de Execução Penal do Regime Aberto; medidas visam agilizar o julgamento de presos em Pernambuco, já que cerca de metade dos 30.028 encarcerados no Estado ainda não foram julgados (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - A possibilidade de uma tragédia nos presídios pernambucanos nos moldes das registradas no Amazonas e Roraima levou o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) a adotar um conjunto de medidas preventivas visando evitar os riscos atuais. O TJPE irá criar uma Comissão de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e ampliar as atividades da Central de Agilização Processual, para julgamentos de ações penais de réus presos, a criação de uma Central de Medidas Cautelares e de uma Vara de Execução Penal do Regime Aberto. Todas as medidas visam agilizar o julgamento de presos em Pernambuco, já que cerca de metade dos 30.028 encarcerados em unidades prisionais no Estado ainda não foram julgados.

O sistema carcerário pernambucano, bem como do Amazonas e de Roraima, estão sob investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para uma possível proposta de intervenção federal e o secretário de Justiça e Direitos Humanos do Estado, Pedro Eurico, é alvo de uma investigação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por ter declarado, no ano passado, que forneceu o número de seu telefone celular para que os detentos pudessem entrar em contato quando necessário, apesar do uso de aparelhos celulares ser proibido nos presídios.

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247