TJSP torna réus cúpula do PSDB responsável pelo transporte público em SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo aceitou denúncia e tornou réus a cúpula do PSDB responsável pelo sistema de transporte público do Estado: o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, o atual presidente do Metrô, Paulo Menezes de Figueiredo, o chefe de gabinete do prefeito Bruno Covas, Sérgio Avelleda, e quatro ex-presidentes do metrô; o MP pede a devolução de R$ 799 milhões para ressarcir os cofres públicos pelos prejuízos causados com o esquema de corrupção e superfaturamento

O Tribunal de Justiça de São Paulo aceitou denúncia e tornou réus a cúpula do PSDB responsável pelo sistema de transporte público do Estado: o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, o atual presidente do Metrô, Paulo Menezes de Figueiredo, o chefe de gabinete do prefeito Bruno Covas, Sérgio Avelleda, e quatro ex-presidentes do metrô; o MP pede a devolução de R$ 799 milhões para ressarcir os cofres públicos pelos prejuízos causados com o esquema de corrupção e superfaturamento
O Tribunal de Justiça de São Paulo aceitou denúncia e tornou réus a cúpula do PSDB responsável pelo sistema de transporte público do Estado: o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, o atual presidente do Metrô, Paulo Menezes de Figueiredo, o chefe de gabinete do prefeito Bruno Covas, Sérgio Avelleda, e quatro ex-presidentes do metrô; o MP pede a devolução de R$ 799 milhões para ressarcir os cofres públicos pelos prejuízos causados com o esquema de corrupção e superfaturamento (Foto: Paulo Emílio)
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SP 247 - O Tribunal de Justiça de São Paulo aceitou a denúncia e tornou réus a cúpula do PSDB responsável pelo sistema de transporte público do Estado. Com isso, se tornaram réus o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, o atual presidente do Metrô, Paulo Menezes de Figueiredo, o chefe de gabinete do prefeito Bruno Covas, Sérgio Avelleda, e quatro ex-presidentes do metrô.

Eles são acusados pelo Ministério Público pela compra e abandono de trens novos que ficaram sem utilização enquanto a construção da Linha 5-Lilás não era concluída. O Ministério Público pede a devolução de R$ 799 milhões como forma de ressarcir os cofres públicos pelos prejuízos causados.

Clodoaldo Pelissioni ocupou a presidência do metrô entre março e setembro de 2015, quando assumiu a Secretaria de Transportes. Na ocasião, secretário estadual de Transportes Metropolitanos era Jurandir Fernandes, que também denunciado pelo Ministério Público. Ação judicial por improbidade administrativa contra os gestores e ex-gestores foi aceita pelo juiz da 12ª Vara de Fazenda Pública, Adriano Marco Laroca, quase dois anos após a formulação da denúncia.

Os danos ao erário público teriam sido causados mediante a aquisição de 26 trens para a linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo, em 2011, mesmo com as obras estão paralisadas desde o exercício anterior. Os trens acabaram abandonados e vandalizados, além de ter sido constatado que eles não atendiam as especificações necessárias para funcionarem adequadamente.

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