Tucano avalia que 'Barusco complicou ainda mais o PT'

Vice-presidente da CPI da Petrobras na Câmara, o deputado baiano Antônio Imbassahy avalia que o depoimento do ex-gerente de Serviços da estatal Pedro Barusco "foi de grande importância, principalmente por ter sido realizado em uma sessão aberta"; "No meu entendimento, Pedro Barusco complicou ainda mais o PT, ao admitir o recebimento pessoal de propina entre 1997/98, e ao reafirmar que, a partir de 2004, ou seja, no governo Lula, a propina passou a ser institucionalizada na Petrobras"

Vice-presidente da CPI da Petrobras na Câmara, o deputado baiano Antônio Imbassahy avalia que o depoimento do ex-gerente de Serviços da estatal Pedro Barusco "foi de grande importância, principalmente por ter sido realizado em uma sessão aberta"; "No meu entendimento, Pedro Barusco complicou ainda mais o PT, ao admitir o recebimento pessoal de propina entre 1997/98, e ao reafirmar que, a partir de 2004, ou seja, no governo Lula, a propina passou a ser institucionalizada na Petrobras"
Vice-presidente da CPI da Petrobras na Câmara, o deputado baiano Antônio Imbassahy avalia que o depoimento do ex-gerente de Serviços da estatal Pedro Barusco "foi de grande importância, principalmente por ter sido realizado em uma sessão aberta"; "No meu entendimento, Pedro Barusco complicou ainda mais o PT, ao admitir o recebimento pessoal de propina entre 1997/98, e ao reafirmar que, a partir de 2004, ou seja, no governo Lula, a propina passou a ser institucionalizada na Petrobras" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Vice-presidente da CPI da Petrobras na Câmara, o deputado baiano Antônio Imbassahy avalia que o depoimento do ex-gerente de Serviços da estatal Pedro Barusco "foi de grande importância, principalmente por ter sido realizado em uma sessão aberta".

"No meu entendimento, Pedro Barusco complicou ainda mais o PT, ao admitir o recebimento pessoal de propina entre 1997/98, e ao reafirmar que, a partir de 2004, ou seja, no governo Lula, a propina passou a ser institucionalizada na Petrobras".

Em resposta a um questionamento do tucano, Barusco disse que o estabelecimento de propinas na empresa Sete Brasil "foi uma continuidade do que aconteceu durante anos na Petrobras". A empresa foi constituída usando recursos de fundos de pensão e com participação da própria estatal. "Com certeza ainda tem muita podridão a vir a público", diz Imbassahy.

Barusco voltou a confirmar que, a partir da chegada do PT à presidência da República, o pagamento de propinas "se institucionalizou" na Petrobras. Até então, conforme declarou, o engenheiro recebia propina em "caráter pessoal".

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