"Vamos continuar trabalhando para amenizar efeitos da seca", diz Zezinho

Para o presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque (PDT), o foco deve continuar na realização de projetos para garantir a segurança hídrica do Estado. “Dependemos de fatores climáticos, mas nós da Assembleia Legislativa, vamos continuar trabalhando, juntamente com o governador Camilo Santana, para amenizar os efeitos destes anos difíceis pela escassez de chuvas”, disse. Já deputado Carlos Matos (PSDB) considera que os 40% de probabilidade acima da média ainda é baixo. “Precisaríamos de uma certeza de chuva para ficarmos tranquilos. Precisamos permanecer em alerta máximo”, afirmou

Para o presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque (PDT), o foco deve continuar na realização de projetos para garantir a segurança hídrica do Estado. “Dependemos de fatores climáticos, mas nós da Assembleia Legislativa, vamos continuar trabalhando, juntamente com o governador Camilo Santana, para amenizar os efeitos destes anos difíceis pela escassez de chuvas”, disse. Já deputado Carlos Matos (PSDB) considera que os 40% de probabilidade acima da média ainda é baixo. “Precisaríamos de uma certeza de chuva para ficarmos tranquilos. Precisamos permanecer em alerta máximo”, afirmou
Para o presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque (PDT), o foco deve continuar na realização de projetos para garantir a segurança hídrica do Estado. “Dependemos de fatores climáticos, mas nós da Assembleia Legislativa, vamos continuar trabalhando, juntamente com o governador Camilo Santana, para amenizar os efeitos destes anos difíceis pela escassez de chuvas”, disse. Já deputado Carlos Matos (PSDB) considera que os 40% de probabilidade acima da média ainda é baixo. “Precisaríamos de uma certeza de chuva para ficarmos tranquilos. Precisamos permanecer em alerta máximo”, afirmou (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) divulgou, nesta segunda-feira (22), o prognóstico para o período chuvoso no Ceará em 2018. A previsão para os meses de fevereiro, março e abril é de 40% de chuvas acima da média histórica, 35% na média e 25% abaixo da média. Com os últimos anos de seca, o debate sobre a gestão dos recursos hídricos tem sido constante no Estado e, consequentemente, na Assembleia Legislativa. Em 2017, o prognóstico da Funceme havia apontado para 40% de chuva na média, 30% acima da média e 30% abaixo da média.

O deputado Zezinho Albuquerque (PDT), presidente da Assembleia Legislativa, afirmou que, depois de seis anos de estiagem, os cearenses esperam que o ano seja melhor que os demais, por isso, os dados que apontam para a probabilidade de chuva acima da média são recebidos com alegria. “Dependemos de fatores climáticos, mas nós da Assembleia Legislativa, vamos continuar trabalhando, juntamente com o governador Camilo Santana, para amenizar os efeitos destes anos difíceis pela escassez de chuvas”, disse.

O presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional, Recursos Hídricos, Minas e Pesca da AL, deputado Carlos Matos (PSDB), avalia que todos esperam uma notícia boa, mas 40% de probabilidade de chuvas acima da média ainda é baixa. “Precisaríamos de uma certeza de chuva para ficarmos tranquilos. Precisamos permanecer em alerta máximo”, afirmou.

O parlamentar indicou que ações realizadas nas esferas estadual e federal evitaram um colapso geral, mesmo assim, houve uma perda de 75% da agricultura irrigada, por exemplo. Para Carlos Matos, é necessário manter a pressão pela conclusão da transposição do rio São Francisco, assim como rever o fornecimento de água para termelétricas em um momento de escassez como o atual e avaliar a possibilidade de montar um gabinete de crise para a situação.

Para o deputado Carlos Felipe (PCdoB), se o bom inverno se confirmar na prática, será um alento para o Ceará, que vive uma situação angustiante no que se refere às condições dos reservatórios. Segundo ele, alternativas como a dessalinização da água, que são avaliadas pelo Estado, encontrariam empecilho no longo tempo de execução e nos custos mais altos. “Se não chover, seria uma situação de calamidade para muitas regiões”, apontou.

O parlamentar indica que o governo estadual vem investindo muito em adutoras, perfuração de poços e outras operações de captação de água e, caso chova, tais custos podem ser reduzidos. Consequentemente, afirma, áreas mais frágeis, como saúde, educação e reajuste dos servidores, podem se beneficiar de uma possível reorientação de investimentos.

Já a deputada Bethrose (PMB) indica que “o encontro de informações” entre o prognóstico da Funceme e aquele realizado pelos tradicionais profetas da chuva no Ceará tem deixado-a mais animada após todos os anos de estiagem. “Ando em todas as regiões do Ceará e vejo o sofrimento das pessoas”, indica, lembrando de regiões como a de Pentecoste, Sítios Novos, Umirim, Quixadá, Itapipoca e Vale do Curu. Para a parlamentar, todas as ações aprovadas pela AL possibilitaram que a situação não chegasse ao colapso total e muitos investimentos ainda serão executados para o convívio com a situação atual.

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