Vândalos roubam cemitérios

Os cemitérios públicos de Maceió entraram na lista de grupos criminosos; os ataques a túmulos são frequentes, com os mausoléus sendo destruídos em busca de objetos de valor; e muito pouco escapa da mira dos vândalos: cruzes de bronze, argolas usadas para abrir os túmulos e até mesmo correntes são roubadas; Prefeitura de Maceió reforçou a presença da Guarda Municipal  e avalia a contratação de segurança privada

Os cemitérios públicos de Maceió entraram na lista de grupos criminosos; os ataques a túmulos são frequentes, com os mausoléus sendo destruídos em busca de objetos de valor; e muito pouco escapa da mira dos vândalos: cruzes de bronze, argolas usadas para abrir os túmulos e até mesmo correntes são roubadas; Prefeitura de Maceió reforçou a presença da Guarda Municipal  e avalia a contratação de segurança privada
Os cemitérios públicos de Maceió entraram na lista de grupos criminosos; os ataques a túmulos são frequentes, com os mausoléus sendo destruídos em busca de objetos de valor; e muito pouco escapa da mira dos vândalos: cruzes de bronze, argolas usadas para abrir os túmulos e até mesmo correntes são roubadas; Prefeitura de Maceió reforçou a presença da Guarda Municipal  e avalia a contratação de segurança privada (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Nem os cemitérios públicos de Maceió estão livres da ação de vândalos. No Nossa Senhora da Piedade, no Prado, os ataques a túmulos se tornaram frequentes. Os criminosos destroem os mausoléus em busca de possíveis objetos de valor.

Nada escapa da mira dos vândalos: cruzes de bronze, argolas usadas para abrir os túmulos e até mesmo correntes são roubadas. Para subtrair os objetos, eles têm utilizado ferramentas que danificam a estrutura dos mausoléus.

O agrimensor Evandro Sarmento, de 58 anos, afirmou ter tomado um susto ao chegar ao cemitério Nossa Senhora da Piedade nesse domingo (19) pela manhã. O túmulo da família, mantido do local desde 1969, havia sido atacado.

"Os vândalos destruíram quatro torres de alvenaria, roubaram cruzes e argolas de bronze, além de correntes, e nós, que pagamos uma taxa anual, ficamos com o prejuízo. Isso aconteceu ao longo dos últimos 15 dias", explicou o agrimensor.

Evandro Sarmento explica que procurou a administração do cemitério para cobrar explicações e que ouviu como explicação que a vigilância do local era feita por guardas municipais, que foram removidos do cemitério. Desde então os casos de vandalismo tem crescido.

A Prefeitura de Maceió, no entanto, informou que a Guarda Municipal reforçou as rondas na região do Cemitério da Piedade e que fez "a apreensão de pessoas envolvidas em furtos". 

"A Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) informa que avalia a possibilidade da contratação de seguranças. O órgão também comunicou os contantes furtos à Secretaria de Segurança Pública", explicou em nota.

Com gazetaweb.com

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