Vice-prefeito de Salvador abre as portas do PMDB para Imbassahy

Rejeição do PSDB ao ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antônio Imbassahy, reabriu nesta semana as especulações sobre ele ir para o PMDB; Imbassahy já foi rejeitado pelo deputado federal Lúcio Vieira Lima, mas surge no PMDB quem lhe acolha: o vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis; "Da minha parte não há nenhuma objeção. Acho que ele é um quadro público qualificadíssimo, e se ele tiver de vir para o PMDB, no que depender da minha palavra e do meu apoio, as portas estarão abertas para recebê-lo", disse; "Caso o desejo seja vir para o PMDB, ele contará com meu apoio", afirmou Reis

Rejeição do PSDB ao ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antônio Imbassahy, reabriu nesta semana as especulações sobre ele ir para o PMDB; Imbassahy já foi rejeitado pelo deputado federal Lúcio Vieira Lima, mas surge no PMDB quem lhe acolha: o vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis; "Da minha parte não há nenhuma objeção. Acho que ele é um quadro público qualificadíssimo, e se ele tiver de vir para o PMDB, no que depender da minha palavra e do meu apoio, as portas estarão abertas para recebê-lo", disse; "Caso o desejo seja vir para o PMDB, ele contará com meu apoio", afirmou Reis
Rejeição do PSDB ao ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antônio Imbassahy, reabriu nesta semana as especulações sobre ele ir para o PMDB; Imbassahy já foi rejeitado pelo deputado federal Lúcio Vieira Lima, mas surge no PMDB quem lhe acolha: o vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis; "Da minha parte não há nenhuma objeção. Acho que ele é um quadro público qualificadíssimo, e se ele tiver de vir para o PMDB, no que depender da minha palavra e do meu apoio, as portas estarão abertas para recebê-lo", disse; "Caso o desejo seja vir para o PMDB, ele contará com meu apoio", afirmou Reis (Foto: Paulo Emílio)
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Tribuna da BahiaA rejeição do PSDB ao ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antônio Imbassahy, reabriu nesta semana as especulações sobre ele ir para o PMDB. A fidelidade do tucano ao desgastado governo de Michel Temer faz o próprio presidente articular o ingresso do ministro baiano em seu partido. Defensor de primeira hora do governo Temer, Imbassahy vinha sendo pressionado para deixar o cargo pelos partidos do chamado 'centrão', que ameaçam paralisar o Congresso caso não recebam cargos e benesses oficiais. Também estão pesando na avaliação o racha interno do PSDB e o crescimento do deputado Jutahy Junior, seu rival político na Bahia, que pretende se candidatar ao Senado em 2018.

Imbassahy já foi rejeitado pelo deputado federal Lúcio Vieira Lima, mas surge no PMDB quem lhe acolha: o vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis. Em entrevista coletiva na cerimônia de inauguração de uma escola ontem, ele afirmou que o PMDB está de portas abertas para o ministro tucano.

"Essa é uma decisão que depende de Imbassahy. Da minha parte não há nenhuma objeção. Acho que ele é um quadro público qualificadíssimo, e se ele tiver de vir para o PMDB, no que depender da minha palavra e do meu apoio, as portas estarão abertas para recebê-lo. Agora, qual é a situação real? Se isso procede ou se não procede... No sábado eu estava com ele na convenção do PSDB, e lá todas as palavras foram no sentido de que ele estaria no PSDB. Mas caso haja alguma mudança de plano, alguma mudança sobre as perspectivas em relação a situação partidária dele, caso o desejo seja vir para o PMDB, ele contará com meu apoio", afirmou Bruno Reis.

O entrave para Imbassahy entrar no PMDB é sua pretensão de ser candidato a senador pelo partido e pela chapa que deve ser encabeçada pelo prefeito ACM Neto (DEM) como candidato a governador da Bahia em 2018. Além de a situação do PMDB ser delicada por causa da prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, ganha força no PSDB e para a chapa do Democratas a candidatura do deputado Jutahy Jr. ao Senado. Nos bastidores, a leitura é de que Imbassahy não teria chance na disputa interna com Jutahy no PSDB baiano, que é presidido pelo também deputado federal João Gualberto, defensor ferrenho do rompimento com Michel Temer.

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