Vitório: não há explicação razoável para o BB não liberar os R$ 600 mi

O secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, afirmou que o governo estadual está “perplexo” com a falta de liberação do empréstimo de R$ 600 milhões pelo Banco do Brasil; o titular da pasta classificou a situação como “inédita”; “Não tenho notícia de nada igual no passado. O banco assinou, a União deu o aval. Nós já fizemos o pedido de desembolso e, até agora, o banco não fez o desembolso e não explica o porquê”, disse Vitório

O secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, afirmou que o governo estadual está “perplexo” com a falta de liberação do empréstimo de R$ 600 milhões pelo Banco do Brasil; o titular da pasta classificou a situação como “inédita”; “Não tenho notícia de nada igual no passado. O banco assinou, a União deu o aval. Nós já fizemos o pedido de desembolso e, até agora, o banco não fez o desembolso e não explica o porquê”, disse Vitório
O secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, afirmou que o governo estadual está “perplexo” com a falta de liberação do empréstimo de R$ 600 milhões pelo Banco do Brasil; o titular da pasta classificou a situação como “inédita”; “Não tenho notícia de nada igual no passado. O banco assinou, a União deu o aval. Nós já fizemos o pedido de desembolso e, até agora, o banco não fez o desembolso e não explica o porquê”, disse Vitório (Foto: Leonardo Lucena)

Bahia 247 - O secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, afirmou que o governo estadual está “perplexo” com a falta de liberação do empréstimo de R$ 600 milhões pelo Banco do Brasil. O titular da pasta classificou a situação como “inédita”.

“Não tenho notícia de nada igual no passado. O banco assinou, a União deu o aval. Nós já fizemos o pedido de desembolso e, até agora, o banco não fez o desembolso e não explica o porquê”, disse Vitório ao Bahia Notícias.

De acordo com o secretário, não há “explicação razoável” para o banco não liberar o dinheiro. Ele também disse esperar que o “bom senso” prevaleça e reafirmou que o Estado pode tomar medidas judiciais contra a instituição financeira por estar “postergando” o desembolso do recurso milionário.

“Olha, eu não vejo como, eventualmente, esse recurso não vir, pois é uma operação de crédito contratada. Agora, o que está acontecendo, pelo jeito, é a postergação. O Estado da Bahia tomará as medidas judiciais que achar necessárias. Não existe nenhum argumento para que esse desembolso não ter ocorrido”, defendeu.

 

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