Wagner: 'Os fascistas destilam ódio nas ruas'

Ministro da Defesa, Jaques Wagner, avaliou nesta segunda-feira que o ódio ao governo é destilado "pelos fascistas, por aqueles que não querem aceitar o fim da eleição"; "Pergunta aí ao povo como era no tempo do senador Aécio (Neves). Quer dizer, no tempo do PSDB"; ex-governador da Bahia se refere às mensagens contrárias ao discurso da presidente ontem defendendo seus ajustes econômicos em cadeia nacional de TV; "A presidenta foi eleita para mais 48 meses e nós só temos dois. Vamos ter paciência. Os ajustes do governo são iguais aos da nossa casa. Às vezes a gente tem que apertar um pouco o orçamento para a coisa não desandar e as contas não fecharem no fim do mês"

Ministro da Defesa, Jaques Wagner, avaliou nesta segunda-feira que o ódio ao governo é destilado "pelos fascistas, por aqueles que não querem aceitar o fim da eleição"; "Pergunta aí ao povo como era no tempo do senador Aécio (Neves). Quer dizer, no tempo do PSDB"; ex-governador da Bahia se refere às mensagens contrárias ao discurso da presidente ontem defendendo seus ajustes econômicos em cadeia nacional de TV; "A presidenta foi eleita para mais 48 meses e nós só temos dois. Vamos ter paciência. Os ajustes do governo são iguais aos da nossa casa. Às vezes a gente tem que apertar um pouco o orçamento para a coisa não desandar e as contas não fecharem no fim do mês"
Ministro da Defesa, Jaques Wagner, avaliou nesta segunda-feira que o ódio ao governo é destilado "pelos fascistas, por aqueles que não querem aceitar o fim da eleição"; "Pergunta aí ao povo como era no tempo do senador Aécio (Neves). Quer dizer, no tempo do PSDB"; ex-governador da Bahia se refere às mensagens contrárias ao discurso da presidente ontem defendendo seus ajustes econômicos em cadeia nacional de TV; "A presidenta foi eleita para mais 48 meses e nós só temos dois. Vamos ter paciência. Os ajustes do governo são iguais aos da nossa casa. Às vezes a gente tem que apertar um pouco o orçamento para a coisa não desandar e as contas não fecharem no fim do mês" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Integrante do núcleo político da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, avaliou nesta segunda-feira (9) que o ódio ao governo é destilado "pelos fascistas, por aqueles que não querem aceitar o fim da eleição". "Pergunta aí ao povo como era no tempo do senador Aécio (Neves). Quer dizer, no tempo do PSDB". Ex-governador da Bahia se refere às mensagens contrárias ao discurso da presidente ontem defendendo seus ajustes econômicos em cadeia nacional de TV.

"A presidenta foi eleita para mais 48 meses e nós só temos dois. Vamos ter paciência. Os ajustes do governo são iguais aos da nossa casa. Às vezes a gente tem que apertar um pouco o orçamento para a coisa não desandar e as contas não fecharem no fim do mês", disse Wagner em entrevista à rádio Metrópole, de Salvador.

Ele garantiu mais uma vez que não haverá redução de investimento nos programas sociais. "Estamos arrumando a economia. Temos que botar no rumo. A nossa opção não é arrocho e nem desemprego, é combater a crise. O caminho não mudou. Estamos fazendo as medidas necessárias da economia".

E sobre o desenrolar da Operação Lava Jato, cuja nova fase se dá com investigação aos políticos denunciados, o ministro apontou o financiamento privado das campanhas eleitorais como "o grande problema da corrupção no Brasil".

O ministro também "Os partidos ficam negociando os tempos de TV para apoiar esse ou aquele. Temos que fortalecer os partidos para não ficarem reféns de nenhum aventureiro".

Sobre o PT, Jaques Wagner avalia que, "apesar dos erros", o partido "tem sido o que mais colaborou para o desenvolvimento da democracia no Brasil". Mas ele reconhece que a sigla precisa se aperfeiçoar.

"Evidentemente não tem ninguém perfeito. Dentro dos partidos que estão aí, o que deu a maior contribuição para democracia brasileira foi o PT, mesmo com erros. Toda situação nasce, amadurece e tem partes que apodrecem. O PT precisa passar por uma renovação, revisar seus princípios e lutar pela reforma política. Precisamos ter regras mais transparente".

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