Altman: Jornalismo bandido quer PT fora da lei

"Não demorou para um dos menestréis do neoconservadorismo, Reinaldo Azevedo, colocar as garras de fora e entregar as intenções de sua trupe. O sonho de consumo da cloaca vai além do impedimento de Dilma Rousseff. Não é à toa que o mais recente artigo do autor, publicado na Folha de S.Paulo dessa sexta-feira, ergue a bandeira da cassação do PT", diz o jornalista Breno Altman, em novo artigo, em que compara o blogueiro de Veja.com ao personagem Téo Pereira, da novela Império; ele diz ainda que "se as delações premiadas forem tomadas ao pé da letra, quase todos os partidos teriam de ser colocados na ilegalidade", uma vez que "as empresas envolvidas na Operação Lava Jato são financiadoras das principais campanhas eleitorais do país"

www.brasil247.com - "Não demorou para um dos menestréis do neoconservadorismo, Reinaldo Azevedo, colocar as garras de fora e entregar as intenções de sua trupe. O sonho de consumo da cloaca vai além do impedimento de Dilma Rousseff. Não é à toa que o mais recente artigo do autor, publicado na Folha de S.Paulo dessa sexta-feira, ergue a bandeira da cassação do PT", diz o jornalista Breno Altman, em novo artigo, em que compara o blogueiro de Veja.com ao personagem Téo Pereira, da novela Império; ele diz ainda que "se as delações premiadas forem tomadas ao pé da letra, quase todos os partidos teriam de ser colocados na ilegalidade", uma vez que "as empresas envolvidas na Operação Lava Jato são financiadoras das principais campanhas eleitorais do país"
"Não demorou para um dos menestréis do neoconservadorismo, Reinaldo Azevedo, colocar as garras de fora e entregar as intenções de sua trupe. O sonho de consumo da cloaca vai além do impedimento de Dilma Rousseff. Não é à toa que o mais recente artigo do autor, publicado na Folha de S.Paulo dessa sexta-feira, ergue a bandeira da cassação do PT", diz o jornalista Breno Altman, em novo artigo, em que compara o blogueiro de Veja.com ao personagem Téo Pereira, da novela Império; ele diz ainda que "se as delações premiadas forem tomadas ao pé da letra, quase todos os partidos teriam de ser colocados na ilegalidade", uma vez que "as empresas envolvidas na Operação Lava Jato são financiadoras das principais campanhas eleitorais do país" (Foto: Valter Lima)


247 - Em novo artigo, o jornalista Breno Altman, editor do Opera Mundi e colunista do 247, responde ao artigo em que Reinaldo Azevedo defende o banimento do PT (leia aqui).

"Não demorou para um dos menestréis do neoconservadorismo, Reinaldo Azevedo, colocar as garras de fora e entregar as intenções de sua trupe. O sonho de consumo da cloaca vai além do impedimento de Dilma Rousseff. Não é à toa que o mais recente artigo do autor, publicado na Folha de S.Paulo dessa sexta-feira, ergue a bandeira da cassação do PT", diz ele.

"O propósito de Azevedo, versão politizada de Téo Pereira, hilário personagem encarnado por Paulo Betti na novela “Império”, aparece disfarçada por um truque retórico, mas é nervo exposto: “Se o que dizem Costa, Youssef, Mendonça Neto e Camargo for verdade,… o Brasil já está sendo governado por uma organização criminosa. A oração subordinada vai definir o exato sentido da principal e se o PT tem ou não de ser posto na ilegalidade.” A artimanha do articulista remonta às manobras do deputado Barreto Pinto, do PTB fluminense, que levaram à eliminação institucional do Partido Comunista, em 1947. O petebista forjou uma peça acusatória contra os comunistas pinçando frases de entrevista concedida por Luiz Carlos Prestes, então líder máximo da agremiação, acerca de que lado ficariam seus pares no caso de guerra entre o Brasil e a União Soviética. Os comunistas foram banidos pelo Tribunal Superior Eleitoral, que aceitou a alegação de ser o PCB uma organização antidemocrática e subordinada à potência estrangeira."

Altman questiona ainda as acusações de Azevedo. "Não há, até o momento, qualquer prova que envolva o PT nas tramoias de diretores da Petrobrás, salvo referências genéricas de quem deseja preservar o próprio pescoço. Aliás, se as delações premiadas forem tomadas ao pé da letra, quase todos os partidos teriam de ser colocados na ilegalidade. Afinal, as empresas envolvidas na Operação Lava Jato são financiadoras das principais campanhas eleitorais do país."

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E aponta a desonestidade intelectual do blogueiro de Veja.com. "Quem tem a obrigação de estabelecer listas e normas proibitivas, bem como a de investigar companhias que agem de forma delituosa, é o poder judiciário. Abordar de outra forma seria o mesmo que considerar bandido o honorável Azevedo, assalariado da Editora Abril, caso viesse a ser provado, por exemplo, que a revista Veja recebe publicidade de empresas com práticas criminosas ou está envolvida com quadrilhas do jogo clandestino."

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Leia a íntegra no blog de Breno Altman.

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