Conselho Curador da EBC critica intervenção de Temer

Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) rebateu as declarações de integrantes do governo de que a empresa serve de cabide de emprego e pode ser extinta; "Em suas declarações, ignoram ou indicam pretensão de descumprir o mandamento constitucional da complementaridade dos sistemas de comunicação público, privado e estatal (caput do artigo 223)", diz a nota

Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) rebateu as declarações de integrantes do governo de que a empresa serve de cabide de emprego e pode ser extinta; "Em suas declarações, ignoram ou indicam pretensão de descumprir o mandamento constitucional da complementaridade dos sistemas de comunicação público, privado e estatal (caput do artigo 223)", diz a nota
Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) rebateu as declarações de integrantes do governo de que a empresa serve de cabide de emprego e pode ser extinta; "Em suas declarações, ignoram ou indicam pretensão de descumprir o mandamento constitucional da complementaridade dos sistemas de comunicação público, privado e estatal (caput do artigo 223)", diz a nota (Foto: Roberta Namour)

247 - O Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) rebateu as declarações de integrantes do governo de que a empresa serve de cabide de emprego e pode ser extinta.

Em nota, o Conselho Curador cita ameaça de intervenção do governo interino e diz que tais planos não têm amparo na Lei 11.652/2008, que criou a EBC, ainda no governo Lula.

"Auxiliares do governo falam abertamente na possibilidade de extinção da EBC, mudança da lei ou redução da empresa pública à prestação do serviço governamental, com distribuição de trabalhadores por outros setores públicos. Em suas declarações, ignoram ou indicam pretensão de descumprir o mandamento constitucional da complementaridade dos sistemas de comunicação público, privado e estatal (caput do artigo 223)", diz a nota.

"O Conselho Curador da EBC manifesta seu veemente repúdio à tentativa de desestabilização da empresa pública, com base em problemas cujas soluções competem aos gestores, trabalhadores e conselhos e não à interferência e tutela governamental", acrescenta.

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