Crise do governo com Bebianno provoca guerra na direita

Colunista Felipe Moura Brasil vira alvo nas redes sociais por parte do que ele próprio chama de "patrulha" governista; o motivo: ter criticado o comportamento de Carlos Bolsonaro e do presidente de fritar o ministro Gustavo Bebianno; para ele, "Carlos causou um desgaste desnecessário ao governo"

Crise do governo com Bebianno provoca guerra na direita
Crise do governo com Bebianno provoca guerra na direita

247 - O conflito entre o governo de Jair Bolsonaro e o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, provocou uma guerra também entre os apoiadores do presidente.

Neste fim de semana, o alvo nas redes sociais foi o jornalista Felipe Moura Brasil, que passou a criticar o comportamento do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, que passou a "fritar" o ministro, nas palavras do colunista, "com alegações no mínimo imprecisas".

"Quando chamavam Bolsonaro de nazista, e eu refutava, minoria que hoje faz patrulha (e que se acha o grande público) aplaudia e até entendia que eu defendia fatos, não a pessoa. Agora que fritam um ministro com alegações no mínimo imprecisas, esclarecer fatos virou 'devoção'. Dãã", protestou no Twitter, onde seu nome já é um dos mais comentados nesse sábado 16.

"O leitor sensato repare que a revolta da patrulha nas redes é, em termos gerais, contra todos que simplesmente consideraram que Carlos causou um desgaste desnecessário ao governo, já que haveria outras formas menos traumáticas de demitir um ministro (ou mesmo fritá-lo). Só isso", acrescentou.

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL) foi outra que criticou o anúncio de demissão de Bebianno. "Não tem cabimento um presidente dizer que demitirá uma pessoa passados três dias", disse. Para ela, se demitir Bebianno por causa de repasses do PSL, tem de demitir Marcelo Alvaro Antônio, do Turismo, suspeito de ligação com candidaturas laranjas.

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