Cunha age com ingenuidade e fígado contra Renan, diz Kennedy

Para o jornalista, o presidente da Câmara contribui para próprio isolamento político ao comprar briga com o presidente do Senado; "Cunha tem maior chance de sair chamuscado da briga com Renan. Está fazendo o papel de durão, enquanto Renan redescobriu uma vocação conciliadora para impedir a irresponsabilidade fiscal que tem marcado a atuação de deputados e senadores", afirma; para Kennedy Alencar, Cunha está agindo "com uma mistura de ingenuidade e fígado" na disputa com o frio e experiente Renan Calheiros

Para o jornalista, o presidente da Câmara contribui para próprio isolamento político ao comprar briga com o presidente do Senado; "Cunha tem maior chance de sair chamuscado da briga com Renan. Está fazendo o papel de durão, enquanto Renan redescobriu uma vocação conciliadora para impedir a irresponsabilidade fiscal que tem marcado a atuação de deputados e senadores", afirma; para Kennedy Alencar, Cunha está agindo "com uma mistura de ingenuidade e fígado" na disputa com o frio e experiente Renan Calheiros
Para o jornalista, o presidente da Câmara contribui para próprio isolamento político ao comprar briga com o presidente do Senado; "Cunha tem maior chance de sair chamuscado da briga com Renan. Está fazendo o papel de durão, enquanto Renan redescobriu uma vocação conciliadora para impedir a irresponsabilidade fiscal que tem marcado a atuação de deputados e senadores", afirma; para Kennedy Alencar, Cunha está agindo "com uma mistura de ingenuidade e fígado" na disputa com o frio e experiente Renan Calheiros (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O colunista Kennedy Alencar afirmou nesta sexta-feria, 14, que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-AL), contribui para próprio isolamento político, ao comprar briga com o procurador geral da República, Rodrigo Janot, com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e com a presidente Dilma Rousseff. 

"Cunha tem maior chance de sair chamuscado da briga com Renan. Está fazendo o papel de durão, enquanto Renan redescobriu uma vocação conciliadora para impedir a irresponsabilidade fiscal que tem marcado a atuação de deputados e senadores", afirma. 

Para o colunista, Eduardo Cunha "comete um imenso erro político" ao exigir que projetos com medidas econômicas que são de iniciativa de senadores, só sejam priorizadas na Câmara se o governo mandar propostas semelhantes.

"É claramente um tiro em projetos como o que propõe anistia para quem tem dólares no exterior mediante pagamento de multa e tributos para fazer a repatriação dos recursos. O senador Randolphe Rodrigues (PSOL-AP) tem um bom projeto pronto, prestes a ser aprovado no Senado e encaminhado à Câmara. O governo dá apoio ao projeto. Não faz sentido dizer que esse projeto não vale e que o governo tem de mandar uma proposta de iniciativa dele. Isso soa a sabotagem política e isola Cunha perante o empresariado, por exemplo", afirma Kennedy. 

Segundo o jornalista, parece que Eduardo Cunha está agindo "com uma mistura de ingenuidade e fígado" na disputa com o frio e experiente Renan Calheiros. "Para piorar, Cunha vai aumentando seu isolando na véspera de ser denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Foi dura a afirmação de Janot ao Supremo de que Cunha usa a Câmara em defesa própria para rebater acusações da Lava Jato. É só o sinal de como deverá ser forte a denúncia contra o presidente da Câmara", afirma.

Leia na íntegra o comentário de Kennedy Alencar. 

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